
Lawson afirma que a qualificação de 2026 será um desafio mental com as mudanças da FIA
Resumo
Lawson alerta que a nova limitação de 7 MJ e o boost de 350 kW vão exigir mais foco mental; a qualificação em Miami será o primeiro teste.
Por que importa
- O limite de energia transforma a qualificação em sprint estratégico, podendo mudar a ordem do grid.
- Pilotos e engenheiros precisam se adaptar rápido, senão perdem posições valiosas antes da corrida.
- O peso mental extra pode gerar fadiga, aumentando o risco de erros que se arrastam para a prova.
Os detalhes
- A recarga por volta cai de 8 MJ para 7 MJ, forçando corridas de aceleração total e consistentes.
- O pico do super‑clipping sobe para 350 kW (de 250 kW), oferecendo um impulso curto de alta potência e testando a estratégia de bateria.
- Lawson destacou que os pilotos “gastam mais energia nas curvas”, reforçando o equilíbrio entre velocidade e gerenciamento de bateria.
- Uma nova “janela de energia” limita quando o boost de 350 kW pode ser usado, exigindo planejamento dentro de um trecho específico da volta.
O que vem a seguir
- A qualificação em Miami será o primeiro teste ao limite de recarga de 7 MJ e ao super‑clipping de 350 kW.
- As equipes afinam os mapas de software; dominar a carga mental pode apertar ainda mais a disputa no grid, tornando cada volta decisiva.
Artigo original :https://www.planetf1.com/news/liam-lawson-qualifying-f1-2026-battery-rules-reset




