
Alonso vê sinais positivos após sexta-feira surpreendente no México
Fernando Alonso terminou o primeiro dia na Cidade do México com um otimismo cauteloso, após a AMR26 mostrar um ritmo inesperado em um circuito que, teoricamente, deveria expor as fraquezas da Aston Martin.
Alonso fechou o FP1 em sétimo e caiu para 12º no período da tarde. No entanto, a diferença de 0,769s para Charles Leclerc no FP2 representa um salto qualitativo para uma equipe que, nesta temporada, vinha medindo gaps em segundos inteiros.
Por que isso importa
Com 2.200 metros de altitude, o México castiga as unidades de potência, os freios e os sistemas de arrefecimento. As longas retas deveriam prejudicar o pacote apoiado pela Honda, mas a Aston Martin encerrou a sexta-feira como o sétimo carro mais rápido, sinalizando um progresso real na reta final do ano.
Os detalhes
- Redução do gap: Alonso estava a 1,229s de Leclerc no FP1 e baixou para 0,769s no FP2, uma margem muito menor do que no início da temporada.
- Análise de pista: Pedro de la Rosa destacou que a sequência de curvas lentas no Setor 1 e o uso da segunda marcha no setor final favorecem os pontos fortes do carro.
- Técnica: A maior preocupação é o arrefecimento, e não o turbo lag. De la Rosa elogiou a Honda por neutralizar quase completamente o atraso do turbo na altitude.
- Lado B da garagem: O dia foi mais difícil para o companheiro. Jak Crawford parou na pista no FP1, deixando Lance Stroll lutando para encontrar o acerto ideal durante o FP2.
- Sensação: Alonso minimizou o desafio da baixa pressão aerodinâmica, afirmando que o carro "parece muito similar aos últimos anos aqui".
O que vem a seguir
Se a equipe conseguir gerir as temperaturas no restante do fim de semana, o sábado confirmará se o ritmo de sexta foi real ou apenas uma característica específica da pista. O veredito de Alonso foi ponderado: sem grandes preocupações, mas com muito a provar.
Artigo original :https://www.formula1.com/en/latest/article/alonso-cautiously-upbeat-after-strong...





