
Williams mira o ‘próximo nível’ com ex-insider da McLaren entre quatro novas contratações
Por que isso importa
A Williams tem enfrentado dificuldades com o novo regulamento, perdendo o teste de shakedown e marcando apenas dois pontos nas primeiras três corridas. Com Vowles reconstruindo a equipe, essas contratações – duas da Mercedes, uma da Alpine – sinalizam a intenção de se tornar uma equipe de ponta. O histórico de Thynne na transformação cultural da McLaren pode ser decisivo.
Os detalhes
- Piers Thynne deixou a McLaren em janeiro após desempenhar papel fundamental na recuperação da equipe, liderando a transformação operacional e cultural.
- Ele começará na Williams em agosto como chefe de operações de fabricação.
- Também se juntam: Claire Simpson (chefe de desenvolvimento aerodinâmico, 12 anos na Mercedes), Fred Judd (chefe de otimização de desempenho, 17 anos na Mercedes) e Steve Booth (chefe de engenharia de veículos, mais de 20 anos na Alpine).
- O chefe da equipe, James Vowles: “Estamos claros em nossa ambição de construir uma equipe capaz de vencer campeonatos mundiais.”
- A Williams começou 2026 com o pé atrás devido a atrasos no desenvolvimento e um FW48 com excesso de peso, mas corridas recentes mostram melhora – Carlos Sainz e Alex Albon marcaram pontos em Miami e no Canadá.
O que vem a seguir
A chegada de Thynne em agosto ocorre enquanto a Williams continua a se recuperar do início lento da temporada. A equipe espera que sua experiência com a ascensão da McLaren acelere a própria jornada. Com Sainz e Albon mostrando potencial, as novas contratações podem ajudar a Williams a disputar pontos consistentemente e, eventualmente, brigar na frente. Vowles está construindo para o sucesso de longo prazo sob o regulamento atual.
Artigo original :https://www.planetf1.com/news/williams-mclaren-f1-jobs-piers-thynne





