
Verstappen: Proposta de nova divisão de potência é o mínimo para eu ficar na F1
Max Verstappen reforçou suas críticas ao regulamento atual da Fórmula 1, afirmando que a proposta de divisão de potência de 60% combustão e 40% elétrico para 2027 é o mínimo exigido para ele continuar no esporte. Após o primeiro pódio da Red Bull em 2026, no Canadá, o tetracampeão deixou claro que suportar mais uma temporada com as regras 50-50 atuais seria mentalmente inviável.
Por que isso importa:
- O ultimato de Verstappen pressiona fortemente a FIA e os fabricantes de motores, que atualmente debatem as regras de 2027.
- Perder a maior estrela da F1 para a aposentadoria por insatisfação regulatória seria um golpe devastador para a popularidade e o valor comercial do esporte.
Os detalhes:
- Verstappen classificou a geração atual de carros como "anti-corrida", afirmando que a classificação parece "vazia" em comparação com a experiência de pilotagem pura em outras categorias.
- O holandês confirmou que a mudança proposta para 60-40 é o limite mínimo absoluto para sua permanência, descartando qualquer possibilidade de pausa em vez de saída definitiva.
- Incerteza regulatória: As equipes concordaram em princípio após o GP de Miami em abandonar a divisão 50-50, mas a resistência de vários fabricantes surgiu, com alguns pressionando por adiamento até 2028.
- Apoio dos chefes de equipe: O chefe da McLaren, Andrea Stella, ecoou Verstappen, alertando que fabricantes que bloqueiam as mudanças para proteger interesses próprios acabarão prejudicando o valor fundamental do esporte.
O que vem a seguir:
Apesar das frustrações com o carro, Verstappen conquistou o terceiro lugar em Montreal, reduzindo a diferença para o líder do campeonato, Oscar Piastri, para apenas cinco pontos. Seu futuro, porém, depende do resultado das negociações. Se os fabricantes conseguirem adiar as revisões, a F1 corre o risco real de Verstappen se aposentar de vez.
Artigo original :https://speedcafe.com/f1-news-2026-canadian-grand-prix-max-verstappen-latest-qui...





