
Jacky Ickx relembra maratona de 86 horas em Nürburgring com 17 saltos
Resumo
Jacky Ickx relembra as corridas de 86 h em Nürburgring (1965‑66), com 17 saltos que levantavam o carro 40‑50 cm; segurança de barricadas de palha evidencia evolução da resistência e segurança na F1.
Por que isso importa
- A prova testou a resistência física dos pilotos e a durabilidade dos carros muito antes da ênfase atual da F1 em eficiência híbrida.
- As histórias de Ickx mostram como a segurança mínima – barricadas de palha, campos abertos e postes de energia expostos – gerou os padrões rígidos que temos hoje.
- Entender essa era crua evidencia que a escolha do piloto e a fortaleza mental continuam essenciais, mesmo com a evolução tecnológica.
Os detalhes
- Ickx correu em 1965 e 1966, cada edição durou cerca de 86 horas seguidas.
- Teve ao lado o astro belga do rali Gilbert Staepelaere em um ano e Jochen Neerpasch no outro.
- Os carros: um Lotus Cortina numa temporada e um Ford Mustang no ano seguinte – ambos tiveram que encarar os saltos.
- Os “17 saltos” do Nürburgring levantavam um carro de F1 40‑50 cm do chão, às vezes em todas as quatro rodas.
- Ickx recorda ter feito 263 km/h de média na pista de 13 km de Spa com um Ferrari de 1973, longe de um monstro moderno.
- A segurança limitava‑se a barricadas de palha; os pilotos enfrentavam postes, valas e casas próximas sem proteção.
O que vem a seguir
- A entrevista completa está arquivada no RacingNews365, preservando o relato de primeira mão desse período esquecido.
- As reflexões de Ickx estão alimentando podcasts que comparam feitos históricos de endurance com as mudanças regulatórias previstas para 2026 na F1.
- À medida que os circuitos modernos apertam as redes de segurança, a mensagem do lendário piloto – “correr é escolha livre, não bravata imposta” – continua guiando as novas gerações.
Artigo original :https://racingnews365.com/jacky-ickx-drove-86-hours-of-the-nurburgring-with-17-j...





