
Yo‑Yo Racing domina 2026 e gera divisão entre equipes
Resumo
Em 2026, F1 reduziu 32 kg do chassi e adotou híbrido 50/50, gerando o “Yo‑Yo Racing”. As ultrapassagens dispararam, mas pilotos e equipes estão divididos sobre a nova dinâmica.
Por que isso importa
- Chassi perdeu 32 kg e a unidade híbrida agora entrega energia 50/50 entre elétrico e combustão. O objetivo é trazer de volta as disputas de ultrapassagem que sumiram com o aumento de peso. No GP da Austrália já foram registradas 120 ultrapassagens, contra apenas 45 no ano anterior, oferecendo espetáculo mais dinâmico para fãs e melhor produto para emissoras.
Os detalhes
- Peso mínimo do chassi: reduziu de ~800 kg para cerca de 768 kg.
- Unidade híbrida: eletricidade e motor a combustão dividem a potência quase ao meio.
- Yo‑Yo Racing: o gerenciamento de bateria força os pilotos a colher ou liberar energia a cada volta, usando lift‑and‑coast e super‑clipping para ultrapassar e ser ultrapassado continuamente.
- Dados de ultrapassagem: 120 no GP da Austrália – um salto de três vezes em relação a 2025.
- Divisão no grid: Lando Norris acha que o vai‑e‑vem constante não é “corrida de verdade”, Lewis Hamilton celebra a ação, e Max Verstappen chama a mudança de anti‑corrida. O CEO da F1, Stefano Domenicali, alertou contra deixar as montadoras escreverem o regulamento.
O que vem a seguir
- Qualificação em Miami: a FIA baixou o limite de “harvest” de 8 MJ para 7 MJ na sexta‑feira.
- Potência de super‑clipping: aumentou para 350 kW (de 250 kW), permitindo mais recuperação de energia em plena aceleração.
- Ajustes visam conter manobras extremas de lift‑and‑coast que provocaram o grave acidente de Oliver Bearman em Suzuka, mas o gerenciamento híbrido – e um grau de Yo‑Yo Racing – permanecerá.
Artigo original :https://www.motorsport.com/f1/news/what-is-the-yo-yo-racing-that-has-been-seen-i...





