
F1 considera mudança de regra para dar mais liberdade de upgrade à Honda
Resumo
F1 discute relaxar a regra ADUO para permitir que a Honda receba upgrades extras em 2026‑27, buscando fechar a lacuna de desempenho.
Por que isso importa
- Uma unidade de potência competitiva é essencial para que a parceria Aston Martin‑Honda continue na briga pelos pontos e preserve a imagem de paridade técnica da F1.
- Flexibilizar a regra de forma direcionada pode impedir um fosso de desempenho prolongado, que diminuiria a disputa em pista e o interesse dos fãs.
- Outras montadoras já demonstraram apoio, reconhecendo que um fornecedor em dificuldade prejudica todo o grid, não só sua equipe cliente.
Os detalhes
- Nas regras atuais de Additional Development and Upgrade Opportunities (ADUO), ficar 2 % atrás do benchmark dá um upgrade em 2026 e outro em 2027; um déficit de 4 % permite dois upgrades por ano.
- A proposta removeria o limite de “uma vez por temporada”, permitindo que quem ainda esteja fora da margem de 4 % receba desenvolvimentos extras e mais flexibilidade no teto de custos dentro da mesma temporada.
- Qualquer alteração precisa de votação super‑majoritária do Comitê Consultivo de Unidades de Potência – quatro dos cinco fabricantes mais a FOM e a FIA.
O que vem a seguir
- O comitê deve votar antes do fim da temporada atual; se aprovado, a Honda teria uma segunda janela ADUO em 2026.
- Enquanto isso, a Honda mantém um chassi Aston Martin AMR‑26 em seu centro de P&D em Sakura para analisar as vibrações e aplicar pequenas contramedidas já na corrida de Miami.
- Mesmo com correções pontuais, a equipe alerta que os ganhos serão modestos; a maior parte da recuperação depende da aprovação da mudança regulatória.
Artigo original :https://www.the-race.com/formula-1/f1-considering-engine-rule-tweak-honda-extra-...





