
Plano agressivo da Williams ganha força após contratações de peso
Por que isso importa:
A Williams entrou em 2026 com expectativas altas por ter focado cedo nas novas regras de motor, mas o desempenho decepcionou: apenas sete pontos em cinco corridas. O time foi exposto por uma produção de atualizações mais lenta que a dos rivais – um defeito crítico no meio do grid. Essas contratações mostram a intenção de construir uma base mais forte.
Os detalhes:
- A Williams recrutou Piers Thynne (ex-COO da McLaren), Claire Simpson e Fred Judd (Mercedes High Performance Powertrains), e Steve Booth (Alpine).
- Albon afirmou que a mudança de regulamento “nos expôs um pouco” e que o plano agressivo visa evitar que esses problemas se repitam.
- O foco principal é a velocidade de desenvolvimento. A Williams tem sido mais lenta para introduzir novas peças, e a experiência dos novos contratados deve mudar isso.
- Albon destacou: “A quantidade de atualizações que as equipes de ponta conseguem trazer de forma tão consistente é o que estamos buscando.”
O que vem por aí:
O efeito dessas contratações levará tempo para aparecer, mas o impacto imediato na moral e na direção estratégica é claro. A Williams espera que, com uma liderança técnica melhorada, possa acelerar os ciclos de desenvolvimento e começar a subir no Mundial de Construtores. O verdadeiro teste virá na segunda metade da temporada, quando as peças atualizadas devem começar a chegar com mais frequência.
Artigo original :https://racingnews365.com/williams-aggressive-action-plan-backed-after-high-prof...





