
Russell: Qualificação na Cidade do México 'está aberta' após sexta-feira equilibrada
George Russell acredita que a grade de largada do Grande Prêmio da Cidade do México está totalmente aberta após uma sexta-feira intensamente disputada no Autódromo Hermanos Rodríguez, onde as quatro principais equipes foram separadas por frações de segundo.
Por que isso importa
Russell ficou de fora do FP1, já que a Mercedes entregou seu carro ao piloto reserva Fred Vesti. No entanto, ele se recuperou rapidamente para terminar em terceiro no FP2 — apenas 0,003s atrás de Lando Norris e cerca de um décimo atrás da referência de Charles Leclerc. Com a Ferrari parecendo a mais forte, mas as margens sendo mínimas, o resultado de sábado pode variar drasticamente.
Os detalhes
- Mudança de abordagem: Russell destacou a direção de alta pressão aerodinâmica para 2026 — com aero ativa abrindo a frente e a traseira nas retas — como uma mudança em relação aos acertos habituais de média a baixa pressão no México.
- Desafios técnicos: "A aderência está ainda menor do que estamos acostumados. O turbo lag é um problema", afirmou, referindo-se à ausência do MGU-H para suavizar a entrega do boost.
- Visão da equipe: O vice-chefe da equipe, Bradley Lord, descreveu o dia como "sólido, mas não espetacular", citando o resfriamento da unidade de potência, dos freios e a gestão do boost como os principais quebra-cabeças.
- Referência: Russell espera que a Ferrari continue sendo a referência, elogiando o chassi, mas insiste que o Q3 é um território onde "qualquer coisa pode acontecer".
O que vem a seguir
A Mercedes vê potencial para brigar pela pole, mas Russell sabe que a diferença estará na execução: "Preciso entregar a volta perfeita quando ela for decisiva."
Artigo original :https://www.formula1.com/en/latest/article/russell-believes-competitive-order-ca...






