
Rosberg defende regulamento 2026 da F1 apesar das críticas
Por que isso importa
O novo regulamento de 2026 impõe divisão híbrida 50/50 (metano‑ar‑combustível + energia elétrica) e introduz asa ativa. As equipes precisam equilibrar o limite de energia elétrica com o desempenho, o que altera diretamente a dinâmica de ultrapassagens e o espetáculo nas pistas.
Os detalhes
- Divisão híbrida: 50 % motor de combustão, 50 % elétrico, com máximo de 4 MJ utilizáveis por volta.
- Aerodinâmica ativa: DRS eliminado; a FIA aprovou uma asa que pode variar a carga aerodinâmica dentro de limites específicos para facilitar as ultrapassagens.
- Gestão de bateria: liberação e recarga de energia restritas por volta; no GP do Japão, o corte de energia na reta central obrigou os pilotos a reduzir a marcha.
- Reação dos pilotos e segurança: Norris e Piastri chamaram o sistema de “artificial”. O choque de Oliver Bearman em Suzuka levantou preocupações de segurança, porém a FIA garante que não haverá mudanças neste temporada.
O que vem a seguir
As próximas etapas nos EUA e no México serão o primeiro teste real da asa ativa e dos limites de energia sem DRS. Rosberg acredita que, se Mercedes, McLaren e Ferrari entregarem corridas cabe‑a‑cabe intensas, a crítica dos fãs diminuirá. A FIA criou um grupo técnico para monitorar os cortes de bateria, mas ajustes nas regras são improváveis antes do fim da temporada de 2026.
Artigo original :https://www.gpblog.com/en/news/rosberg-makes-bold-claim-on-f1-2026-regulations-a...






