
Racing Bulls admite que pontos em Baku foram sorte, não ritmo
A Racing Bulls conseguiu somar seis pontos no Azerbaijão, mas o piloto Liam Lawson classificou o resultado como "muita sorte". Apesar do sétimo lugar de Arvid Lindblad, a equipe sofreu com a falta de ritmo puro durante todo o fim de semana, dependendo do caos e dos abandonos na pista para pontuar.
Por que isso importa
Somar pontos por sorte, e não por performance, é um sinal de alerta para quem luta no meio do pelotão. Com a sequência exaustiva de Singapura e Malásia, a RB não pode depender da fortuna alheia. Para seguir competitiva contra rivais como a Alpine, a equipe precisa de um salto fundamental de acerto e velocidade para não ficar para trás na classificação.
Os Detalhes
- Déficit de Performance: Lawson admitiu que o carro não tinha a velocidade da Alpine, afirmando que, em uma corrida normal e sem incidentes, a equipe teria saído de mãos vazias.
- Atritos Internos: A tensão surgiu após a relargada do safety car, quando Arvid Lindblad colidiu com Lawson. Lawson descreveu a abordagem do companheiro como "excessivamente agressiva" em vários momentos desta temporada.
- Efeito Cascata: A colisão interna foi reflexo de um incidente na curva 1, onde Franco Colapinto tirou Pierre Gasly e Isack Hadjar da disputa.
- Visão da Gestão: O chefe da equipe, Alan Permane, admitiu que o fim de semana foi "mais difícil que o normal" em termos de performance, embora tenha notado que os carros mostraram uma forma ligeiramente melhor na corrida do que nos treinos ou classificação.
O que vem a seguir
A Racing Bulls agora analisa os dados de Baku para identificar onde está a lacuna de desempenho. O foco principal para as próximas corridas na Malásia e Singapura é recuperar a velocidade bruta, garantindo que a equipe lute por pontos por mérito próprio, e não pela imprevisibilidade do grid.
Artigo original :https://racingnews365.com/liam-lawson-reveals-racing-bulls-focus-after-very-luck...





