
Hamilton descarta teoria do turbo da Ferrari após interrupção no FP2 do México
Por que isso importa
A altitude de 2.285m da Cidade do México, onde a densidade do ar é cerca de 25% menor que ao nível do mar, coloca os turbocompressores sob carga severa. Com a remoção do MGU-H para 2026, o turbo lag torna-se um fator crucial. Qualquer vantagem no tamanho do turbo seria valiosa — mesmo que Hamilton afirme que o cronômetro não mostre isso.
Os detalhes
- A polêmica do turbo: Esperava-se que o turbo menor da Ferrari reduzisse o lag, mas Hamilton discordou: 'Não concordo com essa história do turbo'. Ele acrescentou que a Mercedes e a Red Bull continuam fortes nas pontas de reta, logo, o turbo 'não está fazendo diferença'.
- Análise de tempo: Hamilton estima que a Ferrari ainda perde 'alguns décimos, uns dois ou três décimos' ao final das retas, embora tenha elogiado o comportamento fundamental do carro.
- Sessões de sexta: Leclerc liderou o FP1 e o FP2. Hamilton foi quarto no FP1, mas teve seu FP2 interrompido por um problema no motor. Ele sentiu o carro forte até a parada e estimou ter perdido três décimos.
O que vem a seguir
A Ferrari investigará o problema do motor durante a noite. Se for resolvido, Hamilton acredita que o carro pode competir na classificação, mas está atento ao salto de performance que os rivais podem dar no sábado. O teste de altitude no México será decidido por ritmo e confiabilidade, não por teorias de turbo.
Artigo original :https://racingnews365.com/lewis-hamilton-firmly-rejects-mexico-f1-theory-surroun...





