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Hadjar: Promoção para a Red Bull foi um "choque cultural", mas base na academia facilitou a transição

Hadjar: Promoção para a Red Bull foi um "choque cultural", mas base na academia facilitou a transição

Resumo
Isack Hadjar vê a mudança para a Red Bull Racing como um choque cultural, saindo do clima familiar da RB para o rigor britânico. Contudo, a base na academia desde 2021 e a parceria com o engenheiro Woody tornam sua transição mais suave que a de Hamilton para a Ferrari.

Isack Hadjar descreveu sua promoção da Racing Bulls para a equipe principal da Red Bull como um "choque cultural", trocando a atmosfera familiar italiana por uma operação britânica. No entanto, o piloto de 21 anos afirma que seus anos no programa de juniores tornaram a transição muito mais natural do que uma mudança convencional entre rivais.

Por que isso importa

A Racing Bulls existe para preparar pilotos para o assento principal, mas o salto para uma equipe campeã ainda é imenso. A velocidade com que Hadjar se adaptar à cultura de alta pressão e às expectativas da Red Bull definirá não apenas sua campanha de estreante no topo do grid, mas também a credibilidade de todo o pipeline de desenvolvimento de pilotos da marca.

Os detalhes

  • Nova etapa: Hadjar subirá para ser parceiro de Max Verstappen na temporada de 2026 após seu ano de estreia na Racing Bulls, onde diz que o ambiente era "mais de uma equipe família".
  • Raízes na Academia: Sua integração foi facilitada por quase cinco anos no programa júnior da Red Bull, iniciado em 2021.
  • Experiência real: Ele acumulou várias participações em FP1 e testes de juniores com máquinas da Red Bull, incluindo uma volta no carro de Verstappen no GP de Abu Dhabi de 2024.
  • Continuidade técnica: Seu atual engenheiro de pista, Richard "Woody" Wood, formou parceria com Hadjar há três anos durante aquelas sessões iniciais, proporcionando uma continuidade rara para quem sobe dentro da mesma estrutura.

Nas entrelinhas

Hadjar contrastou explicitamente sua situação com a mudança de Lewis Hamilton da Mercedes para a Ferrari, destacando que sua promoção não foi um "começo do zero". Ele já conhece a garagem, o pessoal e seu engenheiro. Ainda assim, admite ter frequentes "momentos de sonho" ao entrar nas instalações da equipe campeã mundial, reconhecendo que, embora sinta que merece a vaga, está consciente do privilégio dessa oportunidade.

Artigo original :https://www.motorsport.com/f1/news/isack-hadjar-explains-red-bull-culture-shock-...

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