
Rede de segurança ADUO da FIA visa ajudar unidades de potência atrasadas – Mercedes exige transparência, Ferrari mira atualização
Resumo
A FIA criou a regra ADUO para dar chances de upgrade aos fabricantes de motores com desempenho inferior, visando equilibrar a competição. A Mercedes pede transparência na aplicação, enquanto a Ferrari vê uma oportunidade de recuperação. A decisão pode afetar diretamente a briga no meio do grid e pelo pódio.
A FIA adicionou a regra de Oportunidades Adicionais de Design e Atualização (ADUO) para evitar outra crise de unidade de potência no estilo de 2014. A cada seis corridas, qualquer motor entre 2% e 4% abaixo do referencial recebe uma atualização extra; uma defasagem superior a 4% concede duas.
Por que é importante:
- Mantém o grid competitivo, impedindo que uma única unidade de potência domine.
- Oferece uma rede de segurança aos fabricantes com dificuldades, preservando a diversidade técnica.
- Se mal aplicada, a regra pode embaralhar o campeonato, tornando a transparência essencial.
Os detalhes:
- O desempenho do ADUO é medido a cada seis corridas, comparando a potência pura do motor de combustão interna (ICE).
- Um déficit de potência de 2% a 4% concede uma janela extra de design; uma lacuna acima de 4% concede duas.
- Toto Wolff, chefe da Mercedes, enfatiza que a regra deve ser aplicada com precisão e transparência absolutas, alertando contra jogadas de bastidores.
- Frédéric Vasseur, chefe da Ferrari, vê o ADUO como uma chance de reduzir a desvantagem para a Mercedes, enquanto Wolff argumenta que apenas a Honda realmente precisa de ajuda.
O que vem a seguir:
- A FIA analisará os dados após cada bloco de seis corridas e anunciará quaisquer atualizações do ADUO antes do próximo evento.
- Se a Honda receber atualizações, a diferença para a Mercedes pode diminuir; se a Ferrari se qualificar, seu desenvolvimento extra pode intensificar a luta pelo pódio.
Artigo original :https://www.motorsport.com/f1/news/mercedes-disappointed-if-aduo-affects-f1-titl...






