
Alonso defende parceria da Aston Martin com a Honda e revisita críticas passadas
Resumo
Alonso defende a parceria Aston Martin‑Honda, revisita críticas ao McLaren‑Honda e enfatiza trabalho em equipe para resolver vibrações e confiabilidade.
Por que isso importa
- Alonso mudou de crítico aberto para peça chave da equipe, mostrando a pressão midiática que os pilotos enfrentam.
- A parceria com a Honda é decisiva para a ambição da Aston Martin de se tornar uma equipe de fábrica; resolver vibração e falhas de confiabilidade é essencial para competir com Red Bull e Ferrari.
Os detalhes
- Alonso comparou o projeto atual ao desastroso McLaren‑Honda de 2015, quando a falta de confiabilidade e desempenho acabou com as aspirações ao título.
- Ele reclamou que as críticas da época focaram apenas nele, embora companheiros Jenson Button e Stoffel Vandoorne, além da própria McLaren, compartilhassem a mesma preocupação com a imaturidade da unidade de potência.
- Nova perspectiva: agora ele se sente mais maduro, entende que o F1 é “midiático” e que a opinião pública está finalmente alinhada com o que ele, Button e Vandoorne disseram há dez anos.
- Desafios atuais: o AMR24 sofreu forte vibração, descrita pelo chefe Mike Krack como risco de “danos nervosos permanentes”. Medidas emergenciais no Japão permitiram que Alonso concluísse a corrida.
- Frente unida: Alonso reforça a colaboração, prometendo “trabalhar mais” e direcionar recursos da Aston Martin para ajudar a Honda a corrigir vibração e distribuição de energia, sob o lema “somos um time”.
O que vem a seguir
Alonso admite que as soluções não virão imediatamente; o início foi “acidentado”. O sucesso da parceria depende da rapidez com que engenheiros de Aston Martin e Honda estabilizarem o pacote, definindo o teto competitivo para 2024 e preparando o terreno para as mudanças regulatórias de 2026.
Artigo original :https://racingnews365.com/fernando-alonso-mounts-passionate-honda-defence-after-...






