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Contratos dos Grandes Prêmios de F1: Guia Pista a Pista até 2041

Contratos dos Grandes Prêmios de F1: Guia Pista a Pista até 2041

Resumo
F1 tem contratos com mais de 25 circuitos até 2041. Acordos longos garantem estabilidade; rotativos e curtos mantêm flexibilidade e competição por vagas.

Por que isso importa

Contratos de longo prazo dão segurança financeira aos circuitos e previsibilidade comercial à F1, mas elevam a barreira para novos destinos. O cenário atual mostra foco em garantir eventos legacy e mercados estratégicos, enquanto alguns GP permanecem em acordos curtos para deixar a lista flexível.

Por número

  • mais de 25 circuitos já têm contrato para corridas após 2026.
  • 2041 é a data de término mais distante, compartilhada pelos GPs da Áustria e de Miami.
  • 2026 é a primeira expiração, prevista para o GP da Holanda em Zandvoort.
  • acertos de 10 anos são padrão em mercados como Reino Unido, Austrália e Arábia Saudita.

Detalhes dos contratos

Pilares de longo prazo (2035‑2041)

Austria e Miami (até 2041), Bahrein (2036) e um grupo que inclui Austrália, Canadá, Mônaco e o novo circuito de rua de Madrid (todos até 2035).

Estabelecidos (2030‑2034)

Reino Unido e Estados Unidos (COTA) garantidos até 2034; Silverstone, Barcelona (no esquema rotativo), Hungria e Catar até 2032; Abu Dhabi, Azerbaijão, China, São Paulo e Arábia Saudita até 2030.

Médio prazo e rotativos (2027‑2031)

Os GPs da Turquia e de Portugal retornam com acordos até 2031 e 2028, respectivamente. Spa‑Francorchamps e Monza confirmados até 2031, com a Bélgica adotando rotação em anos ímpares ao lado de Barcelona a partir de 2027. Cingapura segue até 2028 e Las Vegas até 2027.

Futuro próximo (2026)

Hoje só o GP da Holanda em Zandvoort tem confirmação pública de saída do calendário após 2026, encerrando sua segunda fase desde 2021.

Visão geral

O mapa de contratos revela a estratégia da F1 de equilibrar circuitos europeus históricos com mercados em expansão no Oriente Médio, Ásia e América. Os acordos mais longos para ícones como Monza e Silverstone trazem estabilidade, enquanto o modelo rotativo entre Espanha e Bélgica e contratos curtos como o de Las Vegas mantêm flexibilidade. A saída de Zandvoort e o retorno de Istambul e Portimão mostram um calendário mais cheio, porém a disputa por vagas continua acirrada, garantindo a constante evolução da jornada global da F1.

Artigo original :https://www.skysports.com/f1/news/12433/13535466/f1-track-contracts-how-long-doe...

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