
De la Rosa defende Newey enquanto a crise da Aston Martin se aprofunda em 2026
A Aston Martin ocupa a penúltima posição no mundial de construtores de 2026 após sete etapas, com apenas um ponto na conta, ficando à frente somente da Cadillac. Apesar do enorme hype pré-temporada com a chegada de Adrian Newey e as novas instalações em Silverstone, o AMR26 provou ser um dos carros mais lentos do grid. Após largar em último em Barcelona, Fernando Alonso não poupou críticas, afirmando que a equipe tem "o pior carro e o pior motor".
Por que isso importa
Este deveria ser o início de um novo capítulo. A Aston Martin investiu pesado em infraestrutura e contratações de peso para brigar na frente, mas o colapso coloca sob intensa pressão tanto a unidade de potência da Honda quanto a liderança técnica de Newey. Com tanto capital e reputação em jogo, a equipe não pode se dar ao luxo de continuar no fundo do poço se quiser justificar seu ambicioso projeto a longo prazo.
Os detalhes
- Frustração de Alonso: A avaliação dura do twofold campeão reflete a irritação após a qualificação na Espanha, onde afirmou que os resultados eram previsíveis dadas as deficiências fundamentais do carro.
- O apoio de De la Rosa: O embaixador da equipe defendeu Newey, elogiando sua ética de trabalho incansável e a capacidade inigualável de transformar o feedback dos pilotos em soluções de engenharia.
- Memórias da McLaren: De la Rosa relembrou o ano de 2005, quando Newey resolveu um problema de subesterço na Curva 1 ao correlacionar o input de esterço com os limites de guinada do túnel de vento, trazendo uma nova asa dianteira já na corrida seguinte.
- Estratégia de atualização: Ao contrário da tendência do grid de pequenas melhorias constantes, a Aston Martin está concentrando recursos para um pacote robusto que estreará em Spa, enquanto a Honda trabalha na melhoria do motor.
O que vem a seguir
O GP da Bélgica representa a melhor esperança de um "reset" para a Aston Martin nesta temporada. Se a atualização de Spa liberar ritmo real, a equipe poderá escalar de volta ao pelotão intermediário, mas escapar do buraco atual exigirá ganhos tanto no chassi quanto na potência em uma campanha que já virou um exercício de limitação de danos.
Artigo original :https://www.motorsport.com/f1/news/the-adrian-newey-quality-that-keeps-aston-mar...





