
Coulthard revela que Mansell tentou bani-lo da garagem da Williams
Por que isso importa
A história mostra o clima de tensão psicológica dentro da Williams em 1994, logo após a tragédia de Senna. Ela prova que as rivalidades entre pilotos vão muito além da pista, afetando o ambiente e a moral da equipe, e lembra que o esporte ainda tem histórias humanas intensas.
Os detalhes
- Após a morte de Senna, o piloto de testes David Coulthard foi promovido e dividiu a FW16 com o campeão retornado Nigel Mansell em quatro Grandes Prêmios.
- No GP do Japão, Mansell pediu que Coulthard fosse mantido fora da garagem da equipe, alegando que ele seria uma “distração”.
- Os mecânicos da Williams responderam com humor: criaram um cartaz com a foto de Coulthard, circundada por um círculo vermelho e uma barra diagonal, simulando um sinal de proibido entrar, e o colocaram na porta da garagem.
- O chefe da equipe, Frank Williams, anulou o pedido, dizendo que Coulthard, como piloto de corrida e teste, precisava estar ali para absorver os dados do carro.
- A corrida em Suzuka foi disputada sob forte chuva; Coulthard assistiu da garagem e soltou um suspiro de alívio ao ver que o erro foi de Mansell, não dele.
O que vem a seguir
Embora pareça um caso de política crua dos anos 90, a história de Coulthard permanece como um conto lendário de espírito de equipe e resistência. Ela fixa a temporada de 1994 não só nos livros de resultados, mas também no folclore da F1, como exemplo de como equipes lidam com pressões internas em meio a tragédias externas e competição feroz.
Artigo original :https://f1i.com/news/562767-banned-by-mansell-coulthards-wild-williams-story.htm...





