
Chandhok: Demitir Lawson em 2027 seria uma das 'maiores injustiças' da F1
O futuro de Liam Lawson na Racing Bulls está novamente sob análise, e Karun Chandhok acredita que dispensá-lo para 2027 estaria entre as demissões mais injustas da história da F1. O neozelandês somou 77 pontos e foi fundamental para levar a equipe a um sólido P5 no Campeonato de Construtores de 2026 — sua melhor temporada até agora.
Por que isso importa
A Racing Bulls deixou de ser apenas um time de base; agora possui identidade própria, patrocinadores e ambições reais no meio do pelotão. Isso dá à escuderia motivos para buscar competitividade imediata, em vez de apenas preparar pilotos para a equipe principal da Red Bull — um argumento que pesa fortemente a favor de Lawson enquanto a Red Bull decide o destino da promessa Nikola Tsolov.
Os detalhes
- Ameaça do Junior: O búlgaro Tsolov, joia da Red Bull, está em plena briga pelo título da Fórmula 2 e pressiona por um assento em 2027, ao lado de Arvid Lindblad.
- Visão de Chandhok: Citando a resiliência de Lawson após sua passagem turbulenta pela equipe principal, Chandhok afirmou: "Se Liam Lawson for demitido, será uma das maiores injustiças da F1, pois ele fez um trabalho fantástico nesta temporada".
- Caminho do meio: Jamie Chadwick sugere manter Lawson e enviar Tsolov para a Super Formula como reserva, repetindo a estratégia usada com Oscar Piastri antes de sua estreia.
- Falta de evidências: Chandhok foi ainda mais categórico: "Simplesmente não vejo como podem ter dados que sugiram que Tsolov seja uma opção melhor que Liam Lawson".
O que vem a seguir
A Red Bull tem tempo, mas não paciência infinita. Se Tsolov conquistar o título da F2, a pressão para promovê-lo aumentará — e a melhor temporada de Lawson pode não ser suficiente para salvá-lo.
Artigo original :https://www.planetf1.com/news/liam-lawson-racing-bulls-future-karun-chandhok





