
Estratégia “jogo longo” da Aston Martin para 2026: AMR26 alimentado pela Honda pode ter início lento
Por que isso importa
Com as regras técnicas totalmente renovadas, a capacidade de desenvolvimento rápido será tão decisiva quanto o ponto de partida. A Aston Martin admite que o início de 2026 pode ser lento, mas aposta em um ritmo intenso de upgrades ao longo da temporada para compensar eventuais déficits iniciais. Isso evidencia a mudança de uma corrida de “sprint da primeira volta” para uma maratona de atualizações, essencial para quem almeja chegar ao topo.
Os detalhes
- Início tardio: o AMR26 só saiu à pista no penúltimo dia dos testes de Barcelona, acumulando muito menos quilômetros e dados que os rivais antes de partir para o Bahrein.
- Incertezas da unidade de potência: a Honda ainda está “recuperando o atraso”. O teste de “velocidade constante” em Barcelona impediu a equipe de obter uma visão clara da competitividade do motor frente a Mercedes e Ferrari.
- Mentalidade da liderança: tanto Fernando Alonso quanto o diretor técnico Adrian Newey ressaltam a corrida intensa de desenvolvimento. Newey espera que o carro em Melbourne seja "bem diferente" do que rodou em Barcelona.
- Foco imediato: Alonso deixou claro que o objetivo dos testes no Bahrein é entender bem o carro, identificando questões de conforto, refrigeração e vibração, em vez de perseguir tempos de volta absolutos.
O que vem a seguir
- Os testes no Bahrein são o ponto de convergência para coletar dados cruciais e solidificar a trajetória de desenvolvimento da equipe.
- Alonso acredita que, ao final desses testes, a equipe terá um panorama claro do nível de desempenho para as primeiras três a cinco corridas.
- O verdadeiro teste da estratégia de “jogo longo” será a capacidade de executar um programa de upgrades rápido e eficaz ao longo da temporada, atingindo o pico quando realmente importa.
Artigo original :https://www.the-race.com/formula-1/why-aston-martin-is-talking-f1-2026-long-game...






