
Problema de “três rodas” da Williams é o maior obstáculo da temporada
Resumo
FW48 da Williams levanta roda nas curvas, perde aderência e aerodinâmica, soma peso excessivo e falhas mecânicas, dificultando a temporada.
Por que isso importa
- Quando a roda interior se levanta nas curvas, a aderência mecânica e a plataforma aerodinâmica despencam. Para um FW48 já acima do peso, o efeito é devastador e revela um descompasso entre simulação e pista.
Os detalhes
- Problema central: Pilotos relatam que o FW48 “três-rodas” com frequência, levantando o pneu interno traseiro nas curvas. O contato do pneu desaparece, a aderência mecânica cai e o carro perde estabilidade aerodinâmica.
- Ponto fraco conhecido: A Williams já tinha dificuldade em sequências de frenagem‑curva. A suspensão antes foi considerada pouco compliance para o gosto de Albon.
- Causas suspeitas: O carro de 2026, com rake alto, apareceu rígido nos testes. Excesso de rigidez de rolamento e ajustes agressivos de altura de rodagem sob carga podem estar impedindo o comportamento previsto nos simuladores.
- Frustração dos pilotos: Albon disse que vários acertos na China não resolveram nada, lamentando: “Nada parece consertar o carro”. Uma falha na caixa de mudanças o impediu de largar, tirando dados valiosos.
- Tempestade perfeita: Carro super‑pesado, falta de downforce, desequilíbrio básico e falhas de confiabilidade em ambos os monoplacas.
O que vem a seguir
- O foco imediato é terminar o GP do Japão; depois vem um hiato de quatro semanas, essencial para desenvolvimento.
- As soluções serão múltiplas: plano de redução de peso, reequilíbrio da plataforma e busca de mais downforce ocorrem em paralelo.
- O ponto inesperado de Carlos Sainz na China traz pouco consolo. Ambos os pilotos reconhecem que o carro está muito mais lento que o esperado. Sainz pede que a equipe “cave fundo” e eleve o nível em todas as áreas para reverter o início problemático.
Artigo original :https://www.the-race.com/formula-1/yet-another-williams-car-problem-might-be-its...





