
Williams busca reduzir peso do FW48 para reviver campanha 2026
Resumo
Williams pretende cortar 28 kg, usar o balastro de forma estratégica e melhorar o ritmo antes da corrida na Itália, mirando a volta ao meio‑pódio em 2026.
Por que isso importa
- Dentro do teto de custos, cortar peso é o ganho de performance mais barato.\
- O excesso de balastro desequilibra o carro e aumenta a degradação dos pneus, limitando o potencial do motor Mercedes.\
- Ficar abaixo do peso mínimo permite usar o balastro estrategicamente e brigar por pontos.\
- Um carro mais leve traz a maior vantagem em pista sem infringir o orçamento.
Os detalhes
- Quatro falhas nos testes de colisão e homologação tardia da FIA deixaram o FW48 28 kg acima do mínimo.\
- Concebido por Pat Fry (diretor técnico) e Matt Harman (diretor de engenharia); James Vowles diz que os passos de redução já estão na sua caixa de entrada.\
- A primeira etapa será o corte de massa no GP de Miami, seguido de um chassi totalmente novo no verão, que exigirá novos testes de colisão.\
- A meta é estar abaixo do limite de peso até o GP da Itália, permitindo otimizar o balastro para melhorar o equilíbrio e reduzir a degradação dos pneus.\
- Sincronizar os cortes com o ciclo de vida dos componentes mantém o programa dentro do teto de custos.
O que vem a seguir
- O ajuste em Miami pode ganhar décimos de segundo por volta; o novo chassi mira cerca de um segundo a mais.\
- Se tudo correr bem, Williams pode sair do grupo de retaguarda e lutar por posição de meio‑pódio até o fim de 2026.\
- O feedback dos pilotos – a precisão de Sainz e a adaptabilidade de Albon – será crucial para transformar ganhos de hardware em pontos.
Artigo original :https://www.motorsport.com/f1/news/the-28kg-problem-that-gives-williams-hope-for...






