
Wharton e Sharp lamentam qualificação decepcionante na Áustria
James Wharton e Louis Sharp apontaram a má performance nas qualificações como o fator crítico para um final de semana frustrante na Fórmula 3 da Áustria. Apesar de terem demonstrado um ritmo de corrida genuíno, a recompensa foi mínima.
Por que isso importa
Mesmo competitivos durante todo o evento, os dois pilotos da Prema ficaram reféns de suas posições de largada e dos temidos "trens de DRS" do Red Bull Ring. A falha de Wharton em converter a pole invertida em um pódio o mantém no meio do pelotão com 14 pontos, enquanto as recuperações de Sharp — partindo de 20º — embora impressionantes, renderam apenas dois pontos na temporada.
Os detalhes
- James Wharton: Qualificou-se em 12º, garantindo a pole invertida para a Sprint de sábado. Liderou no início, mas perdeu a ponta na volta 14 para Ernesto Rivera e caiu de segundo para quarto na última volta, após um erro na curva 8 que permitiu a passagem de Pedro Clerot e Jin Nakamura.
- Corrida Principal: No domingo, Wharton largou em 12º e terminou em 11º, incapaz de escapar do tráfego apesar de tempos de volta consistentes.
- Louis Sharp: Largou em 20º em ambas as corridas. Recuperou-se até a 15ª posição na Sprint, marcando a volta mais rápida. Na principal, subiu mais duas posições, terminando em 13º.
- O obstáculo: Ambos destacaram que ultrapassar no "ar sujo" é quase impossível quando se está preso em um trem de DRS no Red Bull Ring, neutralizando a vantagem de ritmo no domingo.
O que vem a seguir
O grid da F3 segue agora para Silverstone para o GP da Grã-Bretanha. Wharton e Sharp estão determinados a traduzir seu ritmo de corrida em resultados melhores no sábado. Com o campeonato em jogo, uma sessão de qualificação limpa será essencial para transformar velocidade em pontos reais.
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