
Verstappen decepcionado com P2 após 'mistério' de aderência em COTA
Por que isso importa
Na acirrada disputa pelo campeonato de 2026, onde Verstappen ocupa atualmente a quarta posição, cada pole position é fundamental para retomar o embalo. A incapacidade de transferir o ritmo do Q2 para o Q3 sugere uma inconsistência técnica que a Red Bull precisa resolver urgentemente para voltar ao topo da tabela.
Os Detalhes
- A Diferença: Kimi Antonelli conquistou a pole com uma vantagem de 0,179s sobre Verstappen.
- Batalha Interna: Verstappen superou seu companheiro de equipe, Isack Hadjar — que fez a melhor marca da carreira em P3 — por apenas 0,036s.
- O Paradoxo do Grip: Max relatou confiança total com pneus usados no Q2, mas lutou para encontrar a mesma sensação com borrachas novas na decisão final.
- Fatores Ambientais: Embora o vento tenha aumentado, Verstappen descartou isso como a causa principal da instabilidade da traseira no último setor.
Entrelinhas
O fato de tanto Verstappen quanto Hadjar terem sentido o carro melhor com pneus usados aponta para um problema de acerto ou de ativação dos pneus na Red Bull. Além disso, a frustração contínua de Max com a superfície "inaceitável" de COTA indica que a RB26 sofre com as zebras e ondulações, tornando o carro imprevisível no limite.
O que vem a seguir
Os engenheiros da Red Bull agora correm para entender por que o carro "não acordou" no segmento final antes da corrida de domingo. Com o campeonato pegando fogo, o duelo de frente entre Antonelli e Verstappen será o termômetro de quem domina a fase final de 2026.
Artigo original :https://f1i.com/news/576048-no-need-to-smile-verstappen-unimpressed-despite-cota...





