
Problemas de partida de Verstappen em 2026 põem em xeque a Red Bull
Por que importa
Os percalços de Verstappen sinalizam uma possível mudança drástica no quadro competitivo com as novas regras de 2026. Depois de anos dominando, a vulnerabilidade da Red Bull ao novo procedimento de largada e à consistência de ritmo gera dúvidas sobre seu ritmo de desenvolvimento.
Os detalhes
- Desastre na China: Em Xangai, Verstappen largou 8.º no Sprint e no GP, reclamando de “nenhuma aderência” e “equilíbrio terrível”, e saiu do Sprint sem pontuar.
- Problemas crônicos na largada: Sem o MGU‑H, os pilotos precisam subir mais as rotações para girar o turbo e captar energia. Em Austrália e na China, Verstappen sofreu “sem potência” e “sem bateria” no momento de soltar a embreagem, despencando imediatamente.
- Falhas técnicas: O problema parece sistêmico. O colega Isack Hadjar também teve um defeito de bateria na largada em Melbourne. Na GP da China, o carro abandonou na volta 46 por falha no power‑unit.
- Lacuna de desempenho: O RB22 carece de velocidade em uma volta e ainda sofreu degradação dos pneus, impedindo Verstappen de pressionar ou recuperar posições. Ele admitiu nunca ter chegado perto do ritmo da Mercedes ou Ferrari em Xangai.
O que vem a seguir
A grande interrogação é se o drama chinês foi específico da pista ou indica a real posição da Red Bull no pelotão. Verstappen diz que espera ser um caso isolado, mas “é impossível dizer”. A equipe vai focar em corrigir o procedimento de largada e entender a causa da falha de confiabilidade do motor. As próximas corridas mostrarão se é um revés temporário ou o prenúncio de uma temporada mais difícil para os ex‑campeões.
Artigo original :https://www.motorsport.com/f1/news/the-race-starts-problem-that-is-costing-max-v...





