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Chefe do GP dos EUA afirma que regras de 2026 não afetam vendas e destaca vantagem de circuitos abertos

Chefe do GP dos EUA afirma que regras de 2026 não afetam vendas e destaca vantagem de circuitos abertos

Resumo
Bobby Epstein, do COTA, refuta a ideia de que as regras de 2026 afastariam o público, apontando recordes de bilheteria. Ele ressalta que a flexibilidade dos circuitos permite expandir a experiência dos fãs além dos limites de um estádio.

Bobby Epstein, fundador do Circuit of the Americas (COTA), afirma que as vendas de ingressos para o GP dos EUA estão a caminho de bater recordes de público em outubro, refutando os temores de que os controversos regulamentos de 2026 tenham esfriado o interesse. Para ele, o fato de a F1 não ter as limitações físicas de um estádio fixo permite que os promotores expandam continuamente a experiência ao vivo.

Por que isso importa

Apesar das duras críticas dos pilotos às regras de 2026, a frequência do público na F1 está disparando, com seis eventos batendo recordes nas primeiras onze corridas e um aumento geral de 6% na audiência. A tendência sugere que a ação na pista importa muito mais para os fãs do que disputas técnicas de regulamento.

Os detalhes

  • Recordes Históricos: O GP da Grã-Bretanha estabeleceu um recorde histórico com 564 mil fãs, juntando-se à Austrália, Canadá, Áustria, Bélgica e Hungria na lista de novos picos de público. Onze corridas atraíram 3,7 milhões de pessoas, com ingressos esgotados em todas.
  • Espaço para Crescer: Epstein destaca que as sedes da F1 não ficam confinadas a arquibancadas fechadas, permitindo a criação de novas programações. O novo "Grand PrixView Thursday" do COTA oferece, por US$ 20, a chance de caminhar pelo pitlane e acessar a F1 Academy.
  • Capacidade Futura: Melhorias nas rodovias ao redor de Austin, previstas para os próximos dois anos, devem adicionar faixas, permitindo que o COTA aumente a frequência diária de forma segura em 15 a 30 mil fãs.
  • Ação acima do Ruído: Epstein argumenta que os promotores devem focar nas vendas de ingressos, que continuam fortes. Ele acredita que os fãs querem competição real, e não resultados "estranhos", e que a reação negativa às regras de 2026 irá desaparecer.

O que vem a seguir

Epstein descartou a possibilidade de Austin sediar a final da temporada após Las Vegas, alegando que corridas consecutivas nos EUA seriam logisticamente impraticáveis e prejudicariam a identidade do COTA como o maior evento esportivo anual de fim de semana único na América. Com a atualização da infraestrutura, Austin visa ampliar ainda mais sua liderança em público.

Artigo original :https://www.the-race.com/business/us-gp-chief-theory-for-f1-ticket-sales-boom/

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