
GP dos Estados Unidos: FP2 define o ritmo de corrida em Austin
O paddock do Circuito das Américas (COTA) volta suas atenções para o segundo treino livre (FP2) do Grande Prêmio dos Estados Unidos de 2026. Enquanto o FP1 serviu como base para verificações de sistemas, o FP2 é a janela crítica para as equipes simularem condições de corrida e definirem a real hierarquia competitiva do fim de semana.
Por que isso é importante
O FP2 é amplamente visto como a sessão mais indicativa do desempenho em corrida. Com os regulamentos técnicos de 2026 introduzindo uma unidade de potência e uma filosofia aerodinâmica renovadas, entender como esses componentes lidam com a alta demanda de energia do traçado de Austin é fundamental. A capacidade de equilibrar a entrega de energia da bateria com a eficiência de combustível ao longo de um stint será o que separará os favoritos do pelotão intermediário.
Os detalhes
- Simulações de Longa Duração: As equipes priorizam runs extensos para avaliar a degradação dos pneus no asfalto do COTA, que continua sendo a variável principal da estratégia de prova.
- Calibração da Unidade de Potência: Engenheiros estão refinando o acerto dos sistemas de recuperação de energia (ERS) para garantir a máxima entrega nos setores de alta velocidade sem comprometer a confiabilidade.
- Estabilidade Aerodinâmica: A sessão testará a estabilidade do chassi de 2026 sob as pesadas cargas laterais da famosa Curva 1 e nas curvas rápidas do Setor 1.
- Evolução da Pista: Com o acúmulo de borracha na pista, as equipes buscam uma janela de performance que se traduza do calor dos treinos para as condições possivelmente mais frias da qualificação.
O que vem a seguir
Após o FP2, as equipes entrarão em uma fase intensa de análise de dados durante a noite para refinar o acerto do carro. O foco mudará então para o FP3 e a qualificação de sábado, onde o ritmo puro de uma volta definirá o grid de largada.
Artigo original :https://www.formula1.com/en/latest/article/live-coverage-second-practice-in-the-...






