
Newey rebate fala de Horner sobre 'abandonar o barco' na era Renault da Red Bull
Por que isso importa
A tensão revela o atrito inerente entre um gênio técnico e um chefe de equipe quando o desempenho desmorona. Para Newey, a incapacidade de competir devido a falhas no motor era uma crise profissional; para Horner, era um teste de lealdade. Esse embate retrospectivo oferece um vislumbre raro da dinâmica interna de uma das parcerias mais bem-sucedidas, porém voláteis, da F1.
Os detalhes
- A crise de 2014: No livro de Horner, ele descreve o período em que Newey considerou a oferta da Ferrari, levando Horner a acreditar que a parceria não era mais "sólida" e que Newey carecia de resiliência diante da adversidade.
- Frustração técnica: Newey argumenta que, embora um ano ruim seja aceitável, um fornecedor sem intenção de resolver problemas críticos é "desolador", descrevendo a era Renault como um período de imensa dor.
- A resolução: Apesar dos atritos, Newey permaneceu na Red Bull até 2024, migrando para a Aston Martin em 2025 para assumir um papel de liderança.
- Laços pessoais: Apesar da divergência pública, Newey enfatiza a amizade duradoura, mencionando que é padrinho da filha de Horner.
O panorama geral
Newey vê um paralelo impressionante entre sua missão atual na Aston Martin e os primórdios da Red Bull após a compra da Jaguar. Ambos os projetos envolvem herdar equipes assoladas por turbulência organizacional e "silos" departamentais. Seu foco para 2026 continua o mesmo: quebrar barreiras internas e reformar a cultura da equipe para criar um ambiente vencedor.
O que vem a seguir
Com Newey assumindo como Team Principal e Managing Technical Partner na Aston Martin, a pergunta é se ele consegue repetir o "milagre da Red Bull". Com o investimento massivo de Lawrence Stroll e a reestruturação técnica de Newey, o paddock observa se a Aston Martin finalmente quebrará a barreira para entrar na elite da era atual.
Artigo original :https://www.skysports.com/f1/news/13602762/adrian-newey-responds-to-christian-ho...





