
Primeiros ajustes de 2026 em Miami visam frear o “lift‑and‑coast”, mas impacto permanece modesto
Resumo
Em Miami, as primeiras mudanças para 2026 reduzem o limite de recuperação de energia, apertam o super‑clipping e fixam 350 kW em reta, tentando frear o lift‑and‑coast; o efeito ainda depende da reação dos pilotos.
Por que isso importa
- Reduzir o lift‑and‑coast obriga os pilotos a manter o acelerador por mais tempo, devolvendo o verdadeiro desafio de condução e cortando o impulso artificial.
- Voltas de qualificação mais lentas podem amenizar o espetáculo visual, mas equilibram a disputa e evitam que o orçamento de energia torne a estratégia excessivamente complexa.
- O sentimento de pilotos e fãs será o termômetro; resposta positiva pode consolidar as mudanças, enquanto críticas persistentes podem levar a FIA a adotar ajustes mais profundos.
Os detalhes
- Limite de recuperação de energia foi reduzido (valores exatos não divulgados) para impedir que as equipes extraíam impulso excessivo no último setor.
- Super‑clipping ficou mais restrito e o limite de potência em linha reta foi fixado em 350 kW, válido apenas nas zonas de alta velocidade designadas; o período de prática foi estendido em 30 min para que as equipes ajustem os acertos.
O que vem a seguir
- Barcelona, em junho, com seu traçado ondulado e retas mais longas, será o primeiro teste real das alterações sob exigentes condições de gerenciamento de energia.
- Se os pilotos relatarem corridas mais suaves sem sacrificar as ultrapassagens, a FIA pode manter a abordagem atual; feedback negativo contínuo pode desencadear um ciclo de revisões mais agressivo.
Artigo original :https://www.motorsport.com/f1/news/question-of-the-week-will-the-miami-tweaks-re...





