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Steiner: Problemas da Ferrari São 'Muitas Pequenas Coisas', Não Um Único Grande Defeito

Steiner: Problemas da Ferrari São 'Muitas Pequenas Coisas', Não Um Único Grande Defeito

Resumo
Steiner diz que a Ferrari sofre de múltiplos pequenos problemas, não um grande defeito; degradação de pneus é chave; alerta contra declarações prematuras de 'volta por cima'.

Guenther Steiner acredita que a inconsistência da Ferrari não vem de um grande defeito, mas de uma coleção de pequenos problemas. O ex-chefe da Haas fez a análise após o forte início de 2026 da equipe — incluindo o primeiro pódio de Lewis Hamilton com a Ferrari na China — dar lugar a um decepcionante GP de Miami, onde Hamilton terminou em sexto e Charles Leclerc caiu para oitavo após uma penalidade. O pacote de grandes atualizações da McLaren levou Lando Norris e Oscar Piastri ao segundo e terceiro lugares, expondo a relativa falta de ritmo de corrida da Ferrari.

Por que isso importa:

A Ferrari mostra lampejos de competitividade, mas não sustenta o desempenho durante toda a distância da corrida. A visão externa de Steiner destaca uma fraqueza recorrente: a degradação dos pneus, que piora conforme a corrida avança. Se a equipe não resolver esses pequenos problemas cumulativos, corre o risco de ficar para trás da McLaren e de outros na briga pelo título — apesar do otimismo após o resultado inicial de Hamilton.

Os detalhes:

  • Múltiplos pequenos ajustes necessários: “Não há uma coisa só, são muitas coisinhas”, disse Steiner no The Red Flags Podcast. “Se fosse uma coisa grande, seria mais fácil de consertar.”
  • Degradação dos pneus é o indicador: A Ferrari sofre mais quando os pneus envelhecem. “Isso normalmente é devido à falta de downforce, porque você derrapa mais, gasta mais os pneus”, explicou Steiner. O carro consegue lutar no início, mas cai ao longo do stint.
  • Unidade de potência não é o problema: Steiner notou que a unidade de potência da Ferrari parece forte. “A unidade não deveria piorar com a distância, então é uma dessas coisas que não sei ao certo.” Isso sugere que o chassi e a eficiência aerodinâmica são os culpados.
  • Aviso contra excesso de confiança: Steiner também criticou a declaração precoce do presidente da Ferrari, John Elkann, de que “a Ferrari está de volta”. “Uma corrida depois, eles estão de volta onde estavam antes”, disse Steiner. “Dê a si mesmo tempo para anunciar as coisas. Chegue lá e esteja lá, não apenas chegue.”

Entrelinhas:

A análise de Steiner ecoa o que muitos observaram: a Ferrari está perto, mas ainda não chegou. A margem para a McLaren é pequena — “não estão tão longe” — mas consertar uma série de fraquezas menores é mais frustrante do que resolver uma grande. A equipe precisa encontrar consistência em ritmo de corrida, especialmente no gerenciamento de pneus, para transformar a promessa inicial em resultados sustentados.

Artigo original :https://www.motorsport.com/f1/news/guenther-steiner-explains-why-ferrari-has-no-...

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