
George Russell defende regras de 2026 da F1 após emocionante duelo no GP do Canadá
O Grande Prêmio do Canadá terminou em frustração para George Russell na volta 30, com uma falha na unidade de potência. Mas, antes da aposentadoria, o piloto da Mercedes protagonizou uma disputa roda a roda intensa com o companheiro Kimi Antonelli — um espetáculo que, para ele, valida as controversas regras técnicas de 2026.
Por que isso importa:
Com a FIA e as equipes debatendo mudanças no regulamento dos motores para 2027 por causa das queixas generalizadas sobre ultrapassagens do tipo “ioiô”, o endosso de Russell oferece uma forte narrativa contrária. O GP do Canadá mostrou que, nas condições certas de pista, as unidades de potência de 2026 podem gerar duelos genuínos baseados em habilidade, não apenas em vantagem elétrica.
Os detalhes:
- Russell passou Antonelli na volta 5 após um toque na última chicane, iniciando uma briga interna implacável.
- Ele comparou a intensidade à lendária batalha Hamilton vs. Rosberg no Bahrein em 2014, elogiando os carros e motores de 2026.
- As regras de 2026 foram criticadas por criarem ultrapassagens “ioiô”, ditadas pela diferença de carga elétrica, e não pelo ritmo puro.
- O traçado de Montreal e as baixas temperaturas limitaram naturalmente as variações de energia, reduzindo o temido efeito ioiô.
- A Mercedes orientou seus pilotos a não criticarem publicamente o regulamento atual, em meio às negociações para 2027.
O que vem a seguir:
As conversas sobre a mudança da proporção entre motor térmico e elétrico para 2027 continuam. O chefe da equipe, Toto Wolff, reconheceu que a corrida emocionante de domingo foi específica da pista, mas alertou contra reformas drásticas, defendendo ajustes precisos com um “bisturi” para não piorar as corridas.
Artigo original :https://www.motorsport.com/f1/news/why-george-russell-doesnt-want-to-see-the-202...




