
Ford reforça movimento pelo retorno do V8 na F1
Por que isso importa:
O apoio de uma montadora global como a Ford dá mais peso às discussões lideradas pelo presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem, e pelo CEO da F1, Stefano Domenicali. Qualquer mudança pode redefinir compromissos de fabricantes, estratégias de equipes e a relevância de longo prazo do esporte, especialmente porque a fórmula da unidade de potência continua sendo um fator central de competitividade.
Os detalhes:
- Posição da Ford: O diretor global de motorsport, Mark Rushbrook, disse à Autosport que a empresa acolhe o diálogo, destacando que seu portfólio diversificado—de combustão pura a totalmente elétrico—a torna adaptável a qualquer conceito futuro de motor.
- Apelo do V8: Rushbrook ressaltou que a Ford ainda vende muitos veículos com motor V8, tornando uma fórmula V8 relevante para seus carros de produção. Qualquer proporção híbrida (50-50, 60-40 ou 90-10) ainda proporcionaria aprendizado valioso.
- Postura da GM: O chefe da Cadillac, Mark Reuss, também apoiou, dizendo “amo V8s e o som que eles fazem”, mas enfatizou o respeito pelos investimentos já feitos nos atuais V6 híbridos por equipes mais novas como a sua.
- Apoio no paddock: O chefe da Mercedes, Toto Wolff, e o chefe da Red Bull, Laurent Mekies, também se mostraram abertos a um futuro com V8.
- Regulamento atual: Rushbrook reiterou que a Ford está satisfeita com as regras de 2026 e com os recentes ajustes, incluindo a divisão revisada de 60-40 favorecendo a potência de combustão, mas permanece flexível para o que vier depois.
O que vem a seguir:
Espera-se que a FIA continue as consultas com as partes interessadas, com uma decisão final sobre a fórmula de motores pós-2030 provável nos próximos dois anos. Se o movimento pelo V8 ganhar apoio suficiente, poderá marcar uma virada significativa da era híbrida complexa para um futuro mais simples, mais barulhento e potencialmente mais econômico.
Artigo original :https://speedcafe.com/f1-news-2026-ford-racing-v8-return-engine-change-regulatio...





