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FIA detalha proibições aerodinâmicas para 2027 e explica por que as regras atuais são 'mais robustas'

FIA detalha proibições aerodinâmicas para 2027 e explica por que as regras atuais são 'mais robustas'

Resumo
Para evitar a perda de downforce vista em 2022, a FIA baniu inovações aerodinâmicas para 2027, focando em corridas mais competitivas. O plano futuro prevê carros ainda menores e 80 kg mais leves.

A FIA baniu diversas inovações aerodinâmicas para a temporada 2027 de Fórmula 1, incluindo as 'asas de escapamento' e extensões dos suportes da asa traseira. A entidade afirma que a medida visa controlar custos e evitar que as equipes comprometam as regulamentações criadas para promover corridas mais próximas, mantendo a confiança de que o conceito atual é fundamentalmente mais robusto que o da geração anterior.

Por que isso importa

No ciclo de regras de 2022, as equipes exploraram liberdades nas placas extremas da asa dianteira, bordas do assoalho e componentes das rodas dianteiras a tal ponto que a esteira (wake) do carro piorou drasticamente. A perda de pressão aerodinâmica (downforce) a 10 metros dobrou, saltando de 15% para 35%, destruindo a possibilidade de disputas roda a roda que as regras deveriam criar. Ao agir agora, a FIA quer evitar que a história se repita antes que as equipes gastem milhões em guerras de desenvolvimento.

Os detalhes

  • Proibições de 2027: Estão vetadas soluções como asas de escapamento, extensões dos suportes da asa traseira e os winglets da carenagem do atuador que surgiram no GP de Mônaco.
  • A visão de Tombazis: O diretor de monotocentos da FIA afirma que os carros de 2026 permanecem comparáveis ao início de 2022 em termos de perda de downforce ao seguir outro carro, mas insiste que o conceito é "mais robusto" e não foi comprometido.
  • Veredito dos pilotos: Apesar das queixas sobre a unidade de potência, os pilotos elogiaram o chassi de 2026. Alturas maiores do solo e dimensões mais leves eliminaram a rigidez brutal da era anterior, enquanto o downforce reduzido torna os carros genuinamente desafiadores nas curvas.

O que vem a seguir

Embora os ajustes de 2027 mantenham o desenvolvimento sob controle sem serem totalmente restritivos, Tombazis já tem metas ambiciosas para a próxima geração. Ele quer que os futuros carros percam cerca de 80 quilos e sejam ainda menores, buscando uma mudança drástica que redefina os limites físicos das máquinas modernas da F1.

Artigo original :https://www.the-race.com/formula-1/whats-behind-f1s-set-of-2027-aero-bans/

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