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De la Rosa: batida de Alonso em Mônaco revela crise mais profunda de dirigibilidade da Aston Martin

De la Rosa: batida de Alonso em Mônaco revela crise mais profunda de dirigibilidade da Aston Martin

Resumo
O contato de Alonso em Mônaco revela crise profunda de dirigibilidade no AMR26. A nova Honda provoca instabilidade nas reduções, arriscando a temporada da Aston Martin.

O embaixador da Aston Martin, Pedro de la Rosa, afirma que o toque de Fernando Alonso no chicane de Mônaco não foi um erro isolado, mas um sintoma de falhas mais graves na dirigibilidade do AMR26. O espanhol havia alertado, já na quinta-feira, sobre reduções de marcha aleatórias que poderiam provocar o travamento traseiro. Um dia depois, escapou de uma rotação completa, mas raspou o muro, danificando o endplate da asa dianteira.

Por que importa:

A troca da Aston Martin para as unidades de potência Honda de fábrica e para câmbios desenvolvidos internamente, com as regras de 2026, gerou uma crise de previsibilidade capaz de comprometer a temporada. Quando os pilotos não conseguem confiar na entrega de torque e no balanço de freios durante as reduções, a confiança some e os tempos de volta sofrem. Especialmente em circuitos de rua implacáveis, onde qualquer erro pesa caro.

Os detalhes:

  • De la Rosa admitiu que Alonso sofreu um "travamento traseiro enorme", mas não pôde confirmar se uma redução desencadeou o incidente sem analisar todos os dados.
  • Problema sistêmico: a equipe enxerga o acidente como parte de um padrão maior que liga o balanço de freios, o comportamento das marchas e o travamento traseiro na nova configuração de powertrain.
  • Sacrifício da recuperação de energia: os pilotos estão sendo forçados a usar marchas absurdamente curtas nas curvas para maximizar o recarregamento da bateria. Tática que amplia a instabilidade quando as reduções não são suaves.
  • De la Rosa deixou a prioridade clara: "Não estou nem aí para isso. O carro ainda está muito difícil de pilotar, então temos muito mais trabalho pela frente."

O que vem por aí:

A Aston Martin precisa integrar com urgência seu powertrain Honda e o câmbio para devolver a confiança aos pilotos e extrair performance consistente. Com figuras importantes admitindo publicamente que o carro permanece fundamentalmente imprevisível nas freadas e reduções, o time de Silverstone corre contra o relógio para salvar sua posição competitiva nas novas regras de 2026.

Artigo original :https://www.motorsport.com/f1/news/aston-martin-gives-update-on-random-downshift...

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