
Bridgestone mira retorno à F1 enquanto Russell investiga o ritmo da Mercedes
A repercussão do GP dos Estados Unidos revela um grid em plena transformação. Enquanto Kimi Antonelli se aproxima de um histórico título mundial, nomes consolidados como George Russell questionam o próprio desempenho — e uma lendária fabricante de pneus mira um retorno estratégico.
Por que importa:
O possível retorno da Bridgestone pode quebrar o monopólio atual no fornecimento de pneus e trazer novas variáveis técnicas para a temporada 2026. Ao mesmo tempo, as dificuldades visíveis de Mercedes e Red Bull — problemas de câmbio e falta de ritmo — criaram um vácuo competitivo que permite à nova geração de pilotos dominar o campeonato.
Os detalhes:
- Defasagem da Mercedes: George Russell analisa dados a fundo com os engenheiros para entender por que não teve ritmo em Austin — uma investigação crucial com a briga pelo título entrando na reta final.
- Mudança no mercado de pneus: A Bridgestone pressiona ativamente por um retorno à F1 como fornecedora, sinalizando o desejo de voltar ao auge do automobilismo.
- Ruído entre pilotos:
- Oliver Bearman classificou sua penalidade de 10 segundos no GP dos EUA como "louca" e "excessiva".
- Alex Albon descartou a cutucada de Fernando Alonso sobre "largar no fundo do grid", tratando-a como fair play após o duelo na pista.
- Frustração na McLaren: Oscar Piastri descreveu o 7º lugar como um retrato de toda a sua temporada, citando um padrão repetido de dificuldades apesar do potencial do carro.
O que vem a seguir:
Com o paddock rumo à Cidade do México, duas tramas dominam o cenário: primeiro, se Kimi Antonelli consegue selar oficialmente o título mundial nos próximos dias; segundo, se a Red Bull resolve os "gremlins" recorrentes do câmbio que atrapalharam seu momentum em Austin para seguir competitiva no trecho final da temporada.
Artigo original :https://racingnews365.com/george-russell-calls-for-mercedes-investigation-as-bri...





