
Ritmo ‘vergonhoso’ da Aston Martin alimenta especulações sobre troca de chefe de equipe
Resumo central A estreia da Aston Martin em 2026 tem sido um desastre. O AMR26 movido a Honda sofreu severas vibrações na unidade de potência, limitando o carro a apenas uma corrida de distância completa em Suzuka e deixando Fernando Alonso preso no P18. A equipe agora ocupa a última posição na tabela de Construtores, levando o ex-piloto Karun Chandhok a classificar o pacote como “vergonhoso” e alimentando rumores sobre a nomeação de Jonathan Wheatley como chefe de equipe.
Por que importa:
- Uma Aston Martin não competitiva remodela a batalha no meio do grid e ameaça a confiança dos patrocinadores.
- Os problemas contínuos com o motor Honda levantam questões sobre a parceria que já equipou os carros da Red Bull campeões.
- Mudanças na gestão podem alterar a direção técnica de uma equipe que era esperada ser uma das favoritas sob Adrian Newey.
Os detalhes:
- Problemas na unidade de potência – Vibrações persistentes da unidade Honda forçaram o AMR26 a se aposentar mais cedo no Bahrein, Arábia Saudita e Austrália; apenas em Suzuka o carro completou a distância total da corrida.
- Defasagem de performance – Os tempos de volta do carro estão 2‑3 segundos mais lentos que o ritmo da primeira fila, colocando a equipe firmemente no fundo do grid.
- Posição no campeonato de Construtores – Após três etapas, a Aston Martin ocupa o último lugar no campeonato de Construtores, um contraste gritante com o otimismo em torno da reunião Newey-Honda.
- Rumores sobre o chefe de equipe – Reportagens ligam o ex-chefe da Audi, Jonathan Wheatley, ao cargo, sugerindo que Adrian Newey pode recuar para focar apenas no trabalho técnico.
- A opinião de Chandhok – O comentarista da Sky argumenta que um novo chefe é uma solução secundária; a prioridade são os “especialistas em motores” no centro de P&D da Honda em Sakura para resolver o problema de vibração.
O que vem a seguir:
- Possível mudança na liderança – Se Wheatley entrar, ele precisará conduzir uma equipe que já luta com grandes deficiências técnicas.
- Remediação técnica – Espera-se que os engenheiros da Honda entreguem uma solução de hardware antes da próxima etapa europeia; o progresso será o primeiro teste real da resiliência da parceria.
- Perspectiva para a temporada – Sem uma resolução rápida, a Aston Martin corre o risco de ficar ainda mais atrás do meio do grid e perder pontos valiosos, o que pode comprometer os orçamentos futuros de desenvolvimento.
Artigo original :https://www.gpblog.com/en/news/f1-pundit-blasts-aston-martins-embarrassing-start...






