
Wolff isenta Russell de culpa por largada desastrosa na Hungria após recuperação para P7
Por que isso importa
A falha custou a Russell um resultado potencialmente muito mais forte em pontos. O apoio público da Mercedes evita atritos internos desnecessários em meio a uma campanha apertada para 2026. No entanto, a confiabilidade da nova unidade de potência continua sendo uma preocupação que pode comprometer o progresso da equipe.
Os detalhes
- O incidente: Russell seguiu rigorosamente os procedimentos de largada e os burn-outs finais. A quatro segundos do início, o motor começou a apresentar rotações erráticas e o acelerador parou de responder.
- A análise: Wolff explicou que Russell aplicou cerca de 10% de aceleração, mas o motor saltou para a rotação máxima e, ao soltar, caiu no sistema anti-stall.
- Questão técnica: A equipe notou que a embreagem estava com um "acerto 2% raso", apontando para um problema de calibração ou software, e não erro do piloto.
- A recuperação: Partindo da 20ª posição, Russell escalou o pelotão no difícil Hungaroring, ultrapassando Bottas, Sainz e Alonso para entrar nos pontos na volta 17, terminando em sétimo.
O que vem a seguir
A Mercedes precisa diagnosticar urgentemente o bug no mapeamento do acelerador antes da próxima corrida. A recuperação de Russell provou que o carro tem ritmo, mas a equipe não pode continuar sacrificando posições de grid por falhas técnicas evitáveis.
Artigo original :https://www.motorsport.com/f1/news/too-many-mistakes-mercedes-admits-hungarian-g...





