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Verstappen domina os long runs no GP da Malásia com degradação dos pneus no horizonte

Verstappen domina os long runs no GP da Malásia com degradação dos pneus no horizonte

Resumo
Verstappen lidera os long runs no FP2 do GP da Malásia, com Russell e Leclerc colados. Com degradação de 0,3s por volta, a gestão dos pneus será decisiva e as equipes guardam pneus novos para uma corrida de duas paradas em Sepang.

Max Verstappen segue dominante no fim de semana do GP da Malásia e liderou os long runs no FP2. Embora a Red Bull tenha uma vantagem apertada, os curtos intervalos entre Mercedes e Ferrari indicam uma batalha feroz pelo pódio, enquanto o grid se adapta ao asfalto abrasivo de Sepang.

Por que importa:

Esta sessão ofereceu o primeiro retrato real de como o grid lida com a superfície brutal de Sepang. Com a degradação dos pneus se provando o fator decisivo, a corrida será vencida pela gestão estratégica dos compostos, e não pela velocidade pura em volta rápida — colocando a estabilidade do chassi acima da potência do motor.

Os detalhes:

  • Diferença de ritmo: Verstappen liderou a análise dos long runs, seguido de perto por George Russell (+0,19s) e Charles Leclerc (+0,32s), sinalizando um grupo da frente extremamente equilibrado.
  • Atualização da Mercedes: As Flechas de Prata chegaram com um pacote de atualizações robusto, mas os primeiros resultados são inconclusivos. A equipe historicamente sofre com as altas cargas laterais das curvas de média velocidade de Sepang, o que dificulta medir o real impacto das novidades.
  • Sofrimento da McLaren no Setor 2: Lando Norris (4º) e Oscar Piastri (6º) perderam tempo significativo no Setor 2. Isso sugere um acerto com menos downforce, priorizando velocidade máxima nos setores um e três em detrimento da estabilidade nas curvas.
  • Mudança no meio do pelotão: A Alpine lidera um grupo apertado com Racing Bulls e Audi. A Audi mostra uma evolução clara em relação a Baku, beneficiada pela ênfase do circuito na eficiência em curva.

O cenário geral:

O alto índice de desgaste dos compostos C3 (Médio) e C4 (Macio) — média de 0,3 segundo de degradação por volta — é um alerta crítico para os estrategistas. A ausência total de corridas longas com pneu duro (C2) no FP2 indica que as equipes estão guardando jogos novos para uma corrida prevista de duas paradas.

O que vem agora:

O foco se volta para o classificatório e os últimos ajustes de corrida. As equipes precisam decidir se arriscam uma estratégia ousada de uma parada ou se comprometem com a abordagem mais segura de duas paradas para sobreviver ao asfalto abrasivo de Sepang.

Artigo original :https://www.motorsport.com/f1/news/f1-bahrain-gp-long-runs-max-verstappen-the-fa...

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