
Verstappen supera Mercedes atualizada no FP1 de Sepang
Max Verstappen garantiu a primeira posição na sessão de abertura de treinos livres com o retorno ao circuito de Sepang, segurando George Russell e uma Mercedes significativamente aprimorada. A sessão foi marcada por temperaturas brutais de 57 graus Celsius na pista e níveis de aderência inesperadamente baixos, que deixaram vários líderes deslizando no asfalto.
Por que isso importa
O retorno a Sepang após nove anos serve como um teste crucial para as filosofias aerodinâmicas de 2026. Enquanto a Mercedes introduziu um pacote massivo de atualizações para mudar o equilíbrio competitivo, a adaptação imediata de Verstappen confirma que a Red Bull ainda detém a referência em versatilidade em ambientes de alta temperatura e baixa aderência.
Os Detalhes
- O Pacote da Mercedes: As Flechas de Prata estrearam um upgrade agressivo com sidepods angulares, novas venezianas de resfriamento e bargeboards revisados. Fontes do paddock estimam que o pacote valha cerca de 0.3s em ritmo puro.
- Análise de Ritmo: Verstappen inicialmente manteve uma vantagem de 0.2s sobre Russell, que chegou a pico de 0.7s. Russell eventualmente fechou a diferença para 0.049s, embora seja notável que Verstappen estava de pneus macios, enquanto Russell utilizou os médios.
- Queda da McLaren: Em uma reviravolta surpreendente, a McLaren terminou fora do top 10 (11º e 12º). Sua proeza em curvas de alta velocidade não foi suficiente para compensar uma clara desvantagem de velocidade em reta.
- Meio de Grid: Isack Hadjar mostrou flashes de brilhantismo ao desafiar a liderança no início, enquanto a Ferrari manteve a discrição, com Leclerc e Hamilton terminando em 4º e 5º, respectivamente.
Visão Geral
Esta sessão expõe uma lacuna crescente em eficiência. Enquanto a Mercedes itera agressivamente seu design para perseguir a liderança, a incapacidade da McLaren de traduzir o momento de Baku para Sepang sugere que seu mapa aerodinâmico atual pode ser limitado demais. Além disso, a forte exibição de Kimi Antonelli e Isack Hadjar ressalta que o grid de 2026 está se tornando cada vez mais volátil e competitivo.
O que vem a seguir
A atenção agora se volta para a degradação dos pneus. A Mercedes relatou uma taxa de queda de performance maior que a de seus rivais durante o FP1, um problema crítico dado o calor opressor da Malásia. Gerenciar a degradação térmica será o fator decisivo para a qualificação e o resultado da corrida.
Artigo original :https://www.the-race.com/formula-1/bahrain-grand-prix-practice-one-2026/




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