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Red Bull x Ferrari: Diferenças nas Asas Traseiras Invertidas Explicadas

Red Bull x Ferrari: Diferenças nas Asas Traseiras Invertidas Explicadas

Resumo
Red Bull usa flap de 110° com atuador único, rápido e confiável; Ferrari tem rotação de 200° com dois atuadores, buscando mais downforce, mas com custos e tempo maiores.

Por que isso importa

A asa traseira define o equilíbrio entre downforce e arrasto. A Red Bull optou por um sistema de acionamento único, mais simples e rápido de implementar, preservando a confiabilidade. A Ferrari aposta em atuadores duplos e rotação total de 200°, buscando maior ganho aerodinâmico, mas exigindo mais testes e reforço estrutural, o que eleva custos e prazos.

Os detalhes

  • Esquema de acionamento – Red Bull mantém um único atuador central; a Ferrari substitui por dois atuadores embutidos nas placas laterais.
  • Amplitude de rotação – O flap da Red Bull gira cerca de 110‑120°; o da Ferrari ultrapassa 200°, permitindo uma virada completa.
  • Geometria de fixação – A Red Bull adiciona extensões retas na junção flap‑placa, mantendo o pivô simples; a Ferrari redesenha todo o final da placa para acomodar o movimento total.
  • Foco de desenvolvimento – Red Bull prioriza implementação rápida e menor complexidade mecânica; a Ferrari investe em um programa de validação mais longo para maximizar o potencial aerodinâmico.

O que vem a seguir

A ideia deve se espalhar pelo grid, com equipes como a McLaren já insinuando projetos próprios. Conforme as regras de 2026 evoluem, o trade‑off entre simplicidade mecânica e desempenho da asa invertida será decisivo na estratégia de desenvolvimento de cada equipe.

Artigo original :https://racingnews365.com/major-red-bull-ferrari-upside-down-rear-wing-differenc...

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