
Pérez afirma que ser companheiro de Verstappen é o trabalho mais difícil da F1
Resumo
Pérez revelou que ser colega de Verstappen é o cargo mais difícil da F1, devido às altas exigências da equipe. Ele sai em 2024, volta em 2026 e pode mudar a forma como as escuderias tratam a hierarquia de pilotos.
Por que isso importa
- O sucesso da Red Bull depende de uma dupla de pilotos estável; atritos podem atrapalhar o desenvolvimento do carro e a estratégia de corrida.
- O comentário aberto de Pérez explica por que a equipe trocou vários segundos pilotos desde 2014 e por que Verstappen continua sendo o número‑um.
Os detalhes
- Chegou à Red Bull em 2021, conquistou cinco vitórias e passou quatro temporadas ao lado de Verstappen.
- Horner lhe disse logo: “Este projeto foi criado para o Max”, deixando a hierarquia clara.
- As atualizações de 2022 eliminaram sua vantagem inicial de ritmo; Pérez contou que qualquer ganho de velocidade rapidamente virou “um problema”, e as críticas cresceram para “tudo era um problema”.
O que vem a seguir
- Pérez deixará a equipe ao fim de 2024 e deve retornar em 2026 com a Cadillac, ao lado de Valtteri Bottas.
- A Red Bull manterá Verstappen como piloto principal e provavelmente promoverá um jovem talento para o segundo assento.
- Sua vivência pode influenciar como outras equipes estruturam suas hierarquias de pilotos sob as regras de unidades de potência de 2026.
Artigo original :https://www.planetf1.com/news/sergio-perez-max-verstappen-christian-horner-red-b...






