
Mercedes minimiza rótulo de favorita para unidade de potência em 2026
Por que importa
Caso a Mercedes conquiste vantagem precoce na unidade de potência, o equilíbrio competitivo entre as cinco fabricantes – que abastecem McLaren, Williams, Alpine e a equipe de fábrica – pode ficar desigual já nas primeiras voltas, definindo o campeonato antes mesmo da largada.
Os detalhes
- Boca a boca: Boatos no paddock batizam a HPP da Mercedes como referência para 2026.
- Mudança regulatória: Motor V6‑1.6 híbrido 50 % interno, 50 % elétrico, aerofólio ativo para limitar ganhos de tempo.
- Cadeia de suprimentos: Mercedes alimenta sua própria escuderia, além de McLaren, Williams e Alpine.
- Tom de Wolff: “Somos gente que vê o copo meio vazio, nunca meio cheio”, alerta contra complacência.
- Thomas sobre prontidão: “A fase fora de temporada nunca está completa”; testes em Barcelona e Bahrein são cruciais.
- Alavancas de performance: Potência do virabrequim, eficiência elétrica e a integração entre eles definem o ritmo de corrida.
O que vem a seguir
Os três testes fechados – Barcelona no final de janeiro e dois em Bahrein – serão o primeiro ponto de dados real para todas as cinco fabricantes de unidades de potência. A Mercedes espera que essas sessões confirmem suas metas de potência e confiabilidade; se a unidade ficar aquém, os concorrentes podem fechar a lacuna rapidamente, mantendo a disputa aberta.
Artigo original :https://www.planetf1.com/news/mercedes-toto-wolff-hywel-thomas-react-to-favourit...






