
Krack admite que crise da Aston Martin é profunda e não tem solução rápida
A temporada da Aston Martin atingiu seu ponto mais baixo no GP da Espanha, com o Chief Trackside Officer, Mike Krack, admitindo que a crise da equipe é sistêmica. Ambos os carros largaram na última fila, quatro segundos atrás da pole, antes de Fernando Alonso e Lance Stroll abandonarem mais uma tarde desastrosa.
Por que isso importa
A Aston Martin entrou na nova era regulamentar mirando o topo, mas acabou ancorada no fundo do grid. A confissão de Krack de que os problemas abrangem "tudo" — desde a dirigibilidade e pneus até a integração da unidade de potência Honda — sinaliza que não existe um ajuste milagroso. Falhar em circuitos tão distintos prova que o déficit é estrutural.
Os detalhes
- Colapso total: Krack afirmou: "Se fosse apenas uma coisa, seria bem fácil". No entanto, a AMR26 está sofrendo em cada métrica de desempenho.
- Mesmo resultado, condições diferentes: O carro teve problemas de aquecimento de pneus nas curvas lentas de Mônaco e dores de cabeça no deploy de energia nas seções rápidas de Barcelona, confirmando que as fraquezas estão em todo o chassi.
- Migalhas operacionais: Krack apontou a limpeza do pit stop e uma melhor compreensão da gestão de energia como os únicos ganhos reais do fim de semana. Problemas de dirigibilidade que afetaram Stroll continuam sem solução.
- Pressão externa: O ex-chefe da Haas, Guenther Steiner, detonou a equipe publicamente, dizendo que o nível atual "não condiz mais com os padrões da F1".
O que vem a seguir
A equipe agora aguarda um pacote robusto de atualizações focado tanto no chassi quanto na unidade de potência Honda. Mas, com rivais evoluindo rapidamente e a confiança evaporando, pequenos passos não serão suficientes. A Aston Martin precisa de uma reviravolta fundamental para não descartar o ano inteiro.
Artigo original :https://f1i.com/news/567151-its-everything-krack-admits-aston-martins-problems-r...






