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Hamilton defende o ‘lift and coast’ de 2026 como evolução estratégica, não algo ‘estranho’

Hamilton defende o ‘lift and coast’ de 2026 como evolução estratégica, não algo ‘estranho’

Resumo
Hamilton defende a técnica ‘lift and coast’ para 2026, argumentando que seu propósito mudou para recuperação ativa de energia, tornando-se uma evolução estratégica crucial com as novas regras de 50-50 de potência, e não um elemento estranho.

Lewis Hamilton rebateu as críticas à técnica de ‘lift and coast’ (LiCo) exigida pelas novas unidades de potência da F1 em 2026, enquadrando-a não como uma instrução estranha, mas como um elemento estratégico diferente que os pilotos devem dominar. O heptacampeão esclareceu que, embora a ação seja familiar, seu propósito mudou: de economizar combustível ou pneus para otimizar a recuperação de energia ao longo de uma volta – uma mudança crítica impulsionada pela nova divisão de potência de 50-50 entre o motor de combustão interna e a bateria.

Por que isso importa:

O debate sobre o ‘lift and coast’ destaca a mudança fundamental no estilo de pilotagem e na estratégia de corrida exigida pelos regulamentos técnicos da F1 para 2026. A forma como pilotos e equipes se adaptarem a gerenciar a energia dessa nova maneira – onde levantar o pé antes de uma curva é para recuperar energia, não apenas para conservar – pode se tornar um grande diferencial de desempenho, remodelando as decisões durante a corrida e as abordagens no qualifying.

Os detalhes:

  • Um Propósito Alterado: Hamilton enfatizou que o ‘lift and coast’ não é novo, mas seu objetivo central evoluiu. Anteriormente, era principalmente uma ferramenta para gerenciar combustível ou pneus. Para 2026, torna-se um método primário para recuperar energia nas curvas e alimentar a bateria significativamente maior.
  • O Motivo Técnico: A mudança é necessária devido à nova proporção de saída da unidade de potência. A divisão anterior de aproximadamente 80-20 entre o motor a combustão e a bateria muda para um equilíbrio de 50-50 em 2026, tornando a recuperação eficiente de energia por meio de técnicas como LiCo e ‘super-clipping’ mais crucial do que nunca para o desempenho geral da volta.
  • Impacto no Qualifying: Hamilton apontou uma consequência direta para o ritmo de volta única, observando que, em uma volta perfeita de classificação, um piloto quer potência total até o ponto de frenagem. As regras de 2026 significam que isso não será mais o caso, adicionando uma camada de gerenciamento de energia mesmo nas voltas de ritmo máximo.

O que vem a seguir:

À medida que as equipes continuam a desenvolver seus carros de 2026 e os pilotos ganham mais tempo no simulador, dominar essa forma evoluída de ‘lift and coast’ será um foco-chave. Espere que ela se torne uma parte padrão do conjunto de habilidades do piloto, com sua execução variando de circuito para circuito com base nas demandas de energia. Embora alguns possam continuar a criticá-la como contrária à corrida no limite, os comentários de Hamilton a enquadram como a próxima fronteira estratégica para os principais competidores do esporte conquistarem.

Artigo original :https://racingnews365.com/lewis-hamilton-mounts-defence-against-weird-f1-instruc...

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