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George Russell diz que FIA mostra abertura sem precedentes a demandas dos pilotos

George Russell diz que FIA mostra abertura sem precedentes a demandas dos pilotos

Resumo
George Russell revela que a FIA está mais aberta do que nunca às demandas dos pilotos, focando em acabar com o ‘lift-and-coast’ no qualificativo e reduzir diferenças de velocidade perigosas. Uma solução em análise é limitar o boost de energia para restaurar as voltas aceleradas e aumentar a segurança.

George Russell disse à RacingNews365 que a FIA e os pilotos estão atualmente no diálogo mais colaborativo dos últimos anos, com foco em duas reclamações recorrentes das três primeiras corridas: a necessidade de “levantar e coastar” (lift-and-coast) no qualificatório e as altas velocidades de aproximação em trechos “anormais” da pista.

Os problemas surgiram quando as regras de recuperação de energia forçaram os pilotos a reduzir a potência em curvas que exigem muito motor, como as curvas 9 e 10 em Albert Park e a curva 130R no Japão, e foram destacados pelo quase-acidente entre Oliver Bearman e Franco Colapinto em Suzuka.

Russell, que é diretor da GPDA (Grand Prix Drivers' Association), diz que um compromisso prático – por exemplo, limitar o boost do “super-clip” a 350 kW – poderia restaurar os qualificativos com acelerador total e reduzir as diferenças de velocidade perigosas sem uma grande reformulação das regras.

Por que é importante:

  • Qualificativos com acelerador total são essenciais para o espetáculo e permitem que as equipes extraiam desempenho sem truques complexos de gerenciamento de energia.
  • Limitar as velocidades de aproximação em zonas que não são de Safety Car pode evitar incidentes como o de Bearman-Colapinto e aumentar a confiança dos pilotos.

Os detalhes:

  • “Levantar e coastar”: As regras atuais forçam um “super-clip” que limita a potência em certas curvas, impedindo voltas “flat-out” em locais como Albert Park e Suzuka.
  • Diferença de velocidade de aproximação: No Japão, Bearman ativou o boost de 350 kW enquanto Colapinto estava com a bateria baixa, criando uma diferença de velocidade perigosa em uma curva que não era de Safety Car.
  • Resposta da FIA: Oficiais reconheceram o problema, estão considerando um limite de 350 kW para o super-clip e outros ajustes, e estabeleceram mesas redondas regulares entre pilotos e FIA, descritas como as mais próximas em anos.

O que vem a seguir:

Russell espera que a FIA emita ajustes provisórios nas regras antes do próximo evento, visando qualificativos “flat-out” e controles mais rígidos no boost em zonas que não são de Safety Car. Se adotadas, as mudanças podem eliminar as táticas de “lift-and-coast”, conter as velocidades de aproximação perigosas e proporcionar um início de temporada mais limpo e emocionante.

Artigo original :https://racingnews365.com/george-russell-shares-surprising-fia-reaction-as-drive...

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