
Colapinto descontente com Bearman por culpá-lo por batida em Suzuka
Resumo
Colapinto (Haas) não gostou que Bearman (Alpine) o culpasse publicamente pela forte colisão em Suzuka. A polêmica ressalta preocupações com as altas velocidades de aproximação dos carros de 2026, levando a FIA a ajustar regras de energia.
Franco Colapinto disse ao GPblog que não ficou satisfeito com os comentários de Ollie Bearman em abril, que culpou o argentino pelo impacto de 50 g no circuito de Suzuka, no Japão. A discussão, veiculada no podcast Up To Speed, traz a tensão entre pilotos para o debate mais amplo sobre as altas velocidades de aproximação dos novos carros de 2026.
Por que é importante:
- Percepção de segurança: declarações dos pilotos moldam como fãs e patrocinadores veem o nível de risco dos carros modernos da F1.
- Confiança na pista: culpas públicas podem corroer a cooperação necessária para corridas apertadas, especialmente nas zonas de recuperação de energia.
- Resposta regulatória: o ajuste recente no limite de boost pela FIA mostra que o esporte já está modificando regras para conter velocidades de aproximação extremas.
Os detalhes:
- Descrição do acidente – Bearman (Alpine) se aproximou do Haas de Colapinto a ~50 km/h antes da Spoon Curve enquanto o argentino recuperava energia.
- Crítica de Bearman – Ele chamou a manobra de Colapinto de "inaceitável" e sugeriu que a agressividade contribuiu para o incidente.
- Resposta de Colapinto – Ele diz que enviou mensagem a Bearman após a corrida, não obteve resposta, e ressalta que Bearman saiu ileso; nega ter se movido de forma agressiva.
- Ajuste nas regras da FIA – Em abril, o órgão regulador impôs um limite de boost de 150 kW e limitou a saída do MGU‑K a 250 kW em certas seções do circuito para reduzir os riscos de velocidade de aproximação.
O que vem a seguir:
- Diálogo entre pilotos – Ambos os pilotos e a associação de pilotos podem pressionar por diretrizes mais claras sobre zonas de recuperação de energia e etiqueta de ultrapassagem.
- Monitoramento de segurança – A FIA analisará dados de Suzuka e da recente sessão em Miami para decidir se são necessárias mais restrições às unidades de potência.
- Impacto nas equipes – A Haas reconhece os danos ao chassi, mas trata isso como parte da corrida; o foco voltará ao desempenho assim que o debate sobre segurança se acalmar.
Artigo original :https://www.gpblog.com/en/news/franco-colapinto-not-happy-with-bearman-comments-...






