
Brundle: Ajustes em Miami fizeram os carros 'parecerem vivos novamente' após problemas de energia no início da temporada
Martin Brundle acredita que a Fórmula 1 finalmente domou seus problemas de gerenciamento de energia em Miami, elogiando as mudanças que eliminaram boa parte do 'sofrimento' visto no início da temporada. Os ajustes, acordados após reuniões durante a pausa de abril, visavam distribuir potência de forma mais uniforme e reduzir velocidades perigosas de aproximação, recuperando confiança dos pilotos e espetáculo.
Por que isso importa
A reação negativa do início do ano ameaçou a credibilidade dos novos regulamentos de motores de 2026, com pilotos comparando as corridas a Mario Kart. As correções em Miami demonstram a capacidade do esporte de se adaptar rapidamente, preservando a integridade competitiva e a segurança.
Detalhes
- A FIA reduziu a recarga máxima no Q de 8MJ para 7MJ, diminuindo a necessidade de harvest de bateria.
- Os super clips foram aumentados de 250kW para 350kW para encurtar sua duração.
- Para as corridas, o modo boost foi limitado a 150kW e o uso do MGU-K a 250kW em certas zonas.
- Em Miami, a redução de recarga no Q não foi necessária (apenas dois segundos de super clip por volta), mas os limites de acionamento foram aplicados.
- Brundle notou que os pilotos estavam muito mais felizes, os carros pareciam rápidos e vivos, e havia um excedente decente de potência sobre a aderência nas saídas de curva.
O que vem por aí
O fim de semana em Miami viu Kimi Antonelli, da Mercedes, vencer, com a McLaren reduzindo a diferença no campeonato. Embora o traçado de Miami seja indulgente, o ajuste fino das regras fornece um modelo para futuros circuitos. Novas alterações podem ser necessárias, mas a resposta inicial sugere que a F1 virou a página.
Artigo original :https://www.planetf1.com/news/f1-energy-labouring-crisis-eased-miami-fixes-marti...






