
Aston Martin precisa confiar nos pilotos enquanto a Honda corrige vibrações
Resumo
Honda reforça suportes e amortecedores para conter vibrações no AMR‑26. Saúde dos pilotos em risco; sucesso em Miami pode tirar a Aston Martin da zona sem pontos.
Por que importa
- Saúde dos pilotos: vibrações intensas podem lesionar nervos, reduzir a sensação e gerar risco de segurança.
- Impacto na corrida: desistências prematuras na China e no Japão custaram pontos, deixando o time na última posição da classificação 2026.
- Parceria técnica: resolver o problema é essencial para a nova aliança Honda‑Aston Martin e para atingir as metas de 2026.
Os detalhes
- Alonso sentiu dormência nas mãos e nos pés após apenas 20‑35 voltas, descrevendo a vibração como “forte demais para eu sentir”.
- Newey alertou que a exposição repetida pode causar dano nervoso permanente; limites de voltas levaram a DNF em Xangai e 18ª‑posição no Japão.
- O diretor‑geral da Honda, Shintaro Orihara, afirma que estão reforçando contramedidas – suportes de motor, balanceadores harmônicos e amortecedores de chassis – para conter a ressonância. Krack ressalta a falta de dados em tempo real, tornando o feedback dos pilotos o principal termômetro de segurança.
O que vem a seguir
- Miami, a primeira corrida após um mês de pausa, será o teste real das novas contramedidas da Honda.
- Se funcionar, Aston Martin pode sair da zona de “sem pontos”; atualmente só a Cadillac ainda não pontuou.
- Monitoramento contínuo é crucial – qualquer retrocesso pode gerar novos limites de voltas e atrasar o desenvolvimento.
Artigo original :https://www.planetf1.com/news/fernando-alonso-vibration-fears-aston-martin-trust...






