
Fornecimento 'frágil' de baterias da Aston Martin continua a atrapalhar evolução antes da China
Por que isso importa
A Aston Martin chega ao Grande Prêmio da China ainda lutando contra uma escassez crítica de unidades de bateria sobressalentes e problemas de vibração não resolvidos, limitando severamente a quilometragem nos treinos e diminuindo as esperanças de um fim de semana competitivo.
Os detalhes
Fernando Alonso confirmou que a situação da equipe não melhorou desde o conturbado Grande Prêmio da Austrália, forçando uma abordagem conservadora nas sessões de treinos.
- Problema central: A escassez aguda de unidades de bateria sobressalentes persiste, e as questões de vibração do carro permanecem sem solução.
- Impacto direto: Isso obriga a equipe a adotar uma postura conservadora nos treinos livres, reduzindo drasticamente o tempo de pista disponível para acertos e coleta de dados de desempenho.
- Contexto: Na Austrália, esses problemas já haviam prejudicado a preparação da equipe. A confirmação de Alonso indica que não houve uma solução fundamental antes de seguir para Xangai.
O que vem pela frente
Com o tempo de pista limitado nos treinos, a Aston Martin enfrentará um desafio significativo no fim de semana em Shanghai. A equipe precisará trabalhar com máxima eficiência, apesar dos recursos limitados, para acertar o carro e torcer para que não surjam novas falhas técnicas na corrida. A estabilidade da cadeia de fornecimento de baterias deve se tornar um gargalo crucial para o desenvolvimento da equipe a médio e longo prazo.
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