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Aston Martin e Honda enfrentam cenário crítico após início desastroso na Europa

Aston Martin e Honda enfrentam cenário crítico após início desastroso na Europa

Resumo
Com largadas na última fila e performance inferior até a Cadillac, Aston Martin e Honda vivem crise na Europa. A aposta agora recai sobre os upgrades de Adrian Newey e o suporte técnico da HRC para evitar um ano perdido.

A abertura da temporada europeia da Fórmula 1 foi um choque de realidade brutal para a Aston Martin e a Honda, com a equipe consolidada no fundo do grid. Fernando Alonso conseguiu o primeiro ponto em Mônaco, mas alertou que a escuderia opera com o pior chassi e a pior unidade de potência do paddock, reflexo das consecutivas largadas na última fila em Monte Carlo e Barcelona.

Por que isso importa

A Aston Martin entrou em 2026 com expectativas altíssimas após a contratação de Adrian Newey, porém, seu pacote movido por Honda chegou a ser um segundo mais lento que a Cadillac no Q1 de Barcelona. Essa crise coloca uma pressão enorme sobre Silverstone e Sakura para entregar upgrades transformadores e evitar que a temporada seja perdida, o que poderia abalar a parceria de fábrica.

Os detalhes

  • Déficit de potência: A Honda resolveu vibrações severas do início da temporada, mas ainda carece de performance bruta no motor de combustão interna. Problemas de dirigibilidade prejudicam Alonso e Lance Stroll, enquanto a sensação de redução de marcha no câmbio continua problemática.
  • Posição da Honda: O presidente da HRC, Koji Watanabe, admitiu que o começo tem sido "muito desafiador", citando as dificuldades da McLaren em 2015 e o posterior sucesso com a Red Bull como prova de que a paciência é necessária. Ele insiste que a relação com a Aston Martin está se fortalecendo.
  • Cúpula em Barcelona: As duas partes realizaram seu primeiro encontro informal nos boxes na Espanha para melhorar a comunicação, com mais reuniões planejadas ao longo do ano.

O que vem a seguir

A Aston Martin deposita suas esperanças no primeiro grande upgrade de Newey neste verão e nos dois tokens de performance alocados para a Honda. Figuras seniores alertam que não existe solução rápida, descrevendo a recuperação como uma batalha de longo prazo. Com chassi, motor e câmbio precisando de ajustes, o retorno ao pelotão intermediário ainda parece distante.

Artigo original :https://www.motorsport.com/f1/news/whats-behind-honda-and-aston-martins-f1-team-...

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